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TALITA TRIZOLI
Graduada em Artes Plásticas pela
Universidade Federal de Uberlândia em 2007. Professora
Assistente do Departamento de Artes Visuais da Universidade
Federal de Uberlândia. Coordenadora do Núcleo de Pesquisa em
Pintura e Educação

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A importância da relação interdisciplinar
entre Arte, Gênero e Moda (Relato de Experiência)
Talita Trizoli
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Resumo:
Este artigo visa relatar a troca de informações entre
minha pesquisa de Iniciação Científica sobre gênero,
realizada dentro do departamento de História da
Universidade Federal de Uberlândia - UFU, sobre
representações arquetípicas femininas, e o curso de Moda
da Universidade do Triângulo – UNITRI, enfatizando a
necessidade da interdisciplinaridade na pesquisa seja em
arte, moda ou história a fim de proporcionar uma maior
abrangência no processo criativo.
Palavras-chave:
Interdisciplinaridade, Gênero,
Moda, Arte.
Abstract:
This article aims to show the exchange of information
between my research of Scientific Initiation about
genre, develop in the Department of History of the
Universidade Federal de Uberlândia – UFU, by the
representations of the feminine archetypal, and the
course of Fashion Design of the Universidade do
Triângulo – UNITRI, emphasizing the necessity of the
interdisciplinary on research being in arts, fashion or
in order to provide a bigger understanding of the
creative process.
Key-words:
Interdisciplinarity,
Gender, Fashion designer, Art. |
A presença da interdisciplinaridade em
pesquisas metodológicas mostra-se de extrema relevância na
contemporaneidade ao ter como natureza o constante diálogo entre
áreas diversas (pode-se dizer complementares), a fim de fornecer ao
pesquisador, e conseqüentemente ao leitor, possibilidades
infindáveis de conexão entre assuntos diversos. O termo refere-se ao
método educativo onde os conteúdos teóricos intercambiam informações
e técnicas de ensino-pesquisa, sem modificar sua origem,
desencadeando com isso novas disciplinas e áreas do conhecimento. Ou
seja, uma determinada área de conhecimento, ao se deparar com um
problema “novo”, utiliza o aparato técnico de pesquisa de outra
área, a fim de resolver seu problema particular, ao mesmo tempo em
que colabora com o desenvolvimento da área “apropriada”.
A interdisciplinaridade, segundo Ivani
Fazenda,
estruturou-se na década de 60 em França e Itália, devido ao
movimento estudantil, que teve maio de 68 como auge, onde os
estudantes reinvidicavam uma maior aproximação das disciplinas
universitárias com a realidade política e social do período. No
âmbito nacional, a interdisciplinaridade encontrou espaço no meio
acadêmico no final da mesma década. Citando dois exemplos de
conseqüência dessa ação, próximos do relato de pesquisa aqui
apresentado, temos o advento da Nova História Cultural e o
desenvolvimento da arte feminista no final dos anos 60, início dos
70 do século XX.
A Nova História Cultural estruturou-se
na França, e posteriormente nos E.U.A., onde historiadores da
política e da economia sentiam-se esgotados e desmotivados a
enveredar pesquisas sobre assuntos já analisados a exaustão, abrindo
caminho assim para a história das emoções, a história da fala, da
escrita, da imagem, dos costumes, da comida, dos cheiros e das
artes, como conseqüência de uma busca por novas possibilidades de
interpretação do mundo e por novos campos de estudo.
Já a formação da linha de pesquisa de
Arte-Feminismo
nos E.U.A. veio na década de 70, onde artistas mulheres e
historiadoras da arte destrincharam os ranços patriarcais existentes
na disciplina de História da arte e no mercado de arte, a fim de
desenvolver possibilidades diversas de inserção das mulheres em uma
área dita “isenta” de preconceitos, onde o que vale é o “eu”
artístico (e, diga-se de passagem, em 90% dos casos, esse eu tem
gênero, e é masculino). Segundo a historiadora Lucy Lippard, a
respeito da arte feminista, apenas para melhor esclarecermos nosso
último exemplo:
E a arte feminista não era um
movimento – ou era um movimento, e ainda é, mas não um movimento
artístico, com as inovações estéticas e exaustivas implicadas.
Assim como Hesse apontou, críticos conservadores discutem que
nada aconteceu durante os anos 70, com o que eles pretendem
dizer que nada aconteceu exceto a arte feminista, a qual ainda
que receba o nome de “movimento” artístico não o fez baseada no
estilo, mas no conteúdo. (LIPPARD, 1995, P. 25).
Após esse breve levantamento de
informações iniciais, torna-se interessantíssimo e muito pertinente,
de acordo com as tendências de pesquisa atuais, a troca de
experiências entre pesquisadores de áreas diversas, com o intuito de
conhecer, desenvolver ou mesmo criar outras áreas de conhecimento.
Sejam essas relações de pesquisa
estabelecidas entre a área de história e a de música, por exemplo,
de letras e sociologia, psicologia e direito, ou arte e moda, que é
nosso caso, as partes envolvidas nesse processo de intercambiamento
de conteúdos só tem a acrescentar tanto à sua parte primária quanto
à sua parte colaboradora. Em um desses momentos de cruzamento de
informações de áreas afins, ou melhor dizendo, durante o início de
minha pesquisa de Iniciação Científica em História da Mulher, foi
possível verificar a complementaridade entre o estudo de gênero,
mais especificadamente os estudos da imagética feminina, com as
questões em voga no universo da arte contemporânea e seu ponto de
alcance na influência de ambas as áreas em seus respectivos
universos acadêmicos e mercadológicos. Com isso, durante dois anos
de pesquisa, ocorreu um entendimento das conexões entre a construção
da representação do feminino a partir de seu vocabulário imagético,
tendo como suporte o uso de elementos compositivos-ornamentais, ou
seja, pela estruturação compositiva das vestimentas e adereços, e a
partir da normalização sexual e afetiva imposta pela sociedade
patriarcal e misógina em voga.
Por convite da Profa. Dra. Kenia Maria
Almeida Pereira, em outubro e novembro de 2007, apresentei parte
dessa pesquisa em dois diálogos rápidos para os alunos do segundo
ano do curso de Designer de Moda da UNITRI - MG, a fim de inseri-los
às possibilidades de pesquisa entre os campos da moda, arte e
história, demonstrando com isso os aspectos do processo de criação
que são e podem ser influenciados por questionamentos externos aos
da área de principal interesse. A intenção principal dessa ação era
não apenas despertar o interesse pela pesquisa cientifica no âmbito
acadêmico, mas também desenvolver o olhar desses alunos para as
questões sociais e psicológicas inseridas na manufatura de uma
vestimenta e todo o conteúdo simbólico por detrás das linguagens
utilizadas nas roupas, tanto masculinas quanto femininas.
Os trechos principais da pesquisa que
foram apresentados ao grupo de estudantes foram os arquétipos da
Noiva e da Prostituta. O arquétipo da Noiva fora aquele que
desencadeou o convite, isso devido a uma exposição
artístico-histórica no Centro de Documentação Histórica da
Universidade Federal de Uberlândia – CDHIS-UFU, que discutia os
aspectos artísticos e históricos da figura, e a qual a professora da
disciplina, Profa. Dra. Kenia Maria Almeida Pereira, visitou. Já o
arquétipo feminino da Prostituta, no segundo diálogo, foi feito
dentro de uma apresentação de um grupo de pesquisa da turma de moda
sobre o livro “Dama das Camélias”, de Alexandre Dumas, onde apenas
complementei certos pontos da fala a convite do grupo. Ambas as
conversas com esses alunos focaram-se principalmente no processo de
investigação do arquétipo, a metodologia usada e o aspecto visual
estudado, já que o objeto da disciplina era justamente a
aprendizagem das normas de escrita e suas metodologias. Além do que,
meu relato visava também figurar as conexões que são criadas entre
os diferentes meios e conteúdos durante o processo de criação, seja
ele na pintura, escultura, escrita ou desenho de moda, enfatizando
com isso, de maneira discreta, as técnicas interdisciplinares de
ensino que discutimos de maneira sucinta acima.
Por serem alunos relativamente “novatos”
no curso, foi importante demonstrar as possibilidades de meios que
podem ser absorvidos e adaptados às necessidades criativas, ou seja,
o quanto um texto literário, uma poesia, um comercial, uma
propaganda, um quadro, uma música, etc, influenciam no momento de
desenvolver uma imagem, um objeto e/ou uma vestimenta. Tentava-se
visualizar e ensinar o “destrinchamento” de determinado assunto ou
objeto pra depois estuda-lo, e aplicá-lo de acordo com as
necessidades criativas do criador. No primeiro diálogo, de maneira
informal, apresentei o objeto de estudo: a identidade feminina
construída a partir de figuras presentes no inconsciente coletivo,
explicitando assim a escolha dos quatro arquétipos femininos que
foram estudados ao longo de dois anos, e conseqüentemente a
discussão imagética que culminou no estudo da história da vestimenta
e demais elementos ornamentativos desses arquétipos. Coloquei também
de forma rápida o motivo da escolha desses arquétipos: sua presença
em minha pesquisa pictórica no curso de Artes Visuais, e meu
crescente interesse pela presença do feminino e feminismo na arte
contemporânea brasileira e internacional.
Nesse primeiro momento com o grupo,
iniciamos uma discussão sobre a história do vestido de noiva, sua
função social, sexual e afetiva, dando com isso espaço para
discutirmos questões como normalização do corpo e da identidade
feminina, o uso da vestimenta como símbolo do status quo do
indivíduo que a porta, a simbologia das cores, sua alteração devido
a mudanças sociais feitas pelo inconsciente coletivo. Além do que,
evidenciei como meu trabalho plástico, anterior a pesquisa
histórica, influenciou-a, principalmente na escolha dos arquétipos,
e em como posteriormente essa mesma pesquisa alterou minha produção
pictórica, não apenas no aspecto simbólico, mas também composicional,
ponto esse dos mais relevantes para um grupo que trabalha exatamente
com essa interdisciplinaridade aplicada diretamente no processo
criativo de moda.
Com isso, foi possível ilustrar a partir
de meu trabalho, de meu exemplo pessoal, a importância de certa
preocupação com a escolha de materiais e formas na elaboração de uma
peça indumentária, ou seja, no momento em que esses alunos forem
desenvolver suas criações de moda, terão que fazer atenção com a
escolha de tecido, cor e forma, não apenas por uma questão de
“estarem em voga”, mas por seu significado, sua simbologia,
relacionados com o tipo de público que querem atingir. Evidencia-se
aqui a importância do conhecimento das noções de representação no
processo de criação artística. Segundo Chartier, em sua Teoria da
Representação, ao discorrer sobre as noções de representação
usadas pelos historiadores do antigo regime e sua modificação
posterior:
Para o historiador das sociedades de
Antigo Regime, construir a noção de representação como o
instrumento essencial da análise cultural é investir de uma
pertinência operatória um dos conceitos centrais manuseados
nestas sociedades. A operação de conhecimento está, assim,
ligada ao utensílio nacional que os contemporâneos utilizavam
para tornar sua própria sociedade menos opaca ao entendimento.
Nas definições antigas (por exemplo, a do Dicionário
universal de Furetière em sua edição de 1727), as acepções
correspondentes à palavra "representação "atestam duas famílias
de sentido aparentemente contraditórias: por um lado, a
representação faz ver uma ausência, o que supõe uma distinção
clara entre o que representa e o que é representado; de outro, é
a apresentação de uma presença, a apresentação pública de uma
coisa ou de uma pessoa.... Outras imagens funcionam num
registro diferente: o da relação simbólica que, para Furetière,
é "a representação de algo de moral pelas imagens ou pelas
propriedades das coisas naturais(...)... Uma relação decifrável
é portanto postulada entre o signo visível e o referente
significado – o que não quer dizer, é claro, que é
necessariamente decifrado tal qual deveria ser.
A relação de representação –
entendida como relação entre uma imagem presente e um objeto
ausente, uma valendo pelo outro porque lhe é homóloga - traça
toda a teoria do signo do pensamento clássico, elaborada em sua
maior complexidade pelos lógicos de Port Royal. (CHARTIER, 1991,
p. desconhecida).
Com isso, aponta-se o quanto é
necessário que esses estudantes tenham contato com tal variedade
simbólica que uma cor, forma ou tecido possuam em nossa sociedade
ocidental a fim de elaborarem suas criações o mais locadas possíveis
nos requisitos mercadológicos, ou mesmo em suas pretensões de
inovação de tendências. Por exemplo, retornando à minha fala sobre
a investigação do arquétipo da Noiva e sua vestimenta. Durante esse
processo, fora extremamente importante tanto para meu entendimento
pessoal quanto para a pesquisa o estudo da nomenclatura litúrgica,
filosófica, social e científica utilizada pelas autoridades
(masculinas) do período quanto ao sujeito feminino e seu corpo. Isso
para compreender tanto o entendimento e apreensões que esse mesmo
feminino causava na sociedade, seu locus físico e subjetivo
no mundo, quanto para posteriormente compreender porque durante
tanto tempo as saias das mulheres eram compridas, quando as mangas
puderam ser encurtadas, quais usavam decotes, quais cores eram
usadas de acordo com a classe social da mulher, os tipos de chapéu
com suas formas, materiais e cores, etc. A simbologia de tal
aparamentação vem como representação do “eu” feminino, pois indica
se tal mulher, que porta um vestido verde, com chapéu de cone e véu,
pertence à burguesia alemã ou se é a representação de uma rica bruxa
nórdica, ou se tal mulher, que porta um vestido vermelho com decote
é realmente uma prostituta ou uma nobre parisiense que possui
condições financeiras e sociais de vestir-se de tal maneira, já que
o tecido vermelho era um dos mais difíceis de produzir devido às
técnicas de tingimento, e sendo assim, dos mais caros.
No caso da Noiva, foi possível
compreender o porquê do uso do branco, de pérolas, do véu e do
buquê, a excessiva ostentação de riqueza e o “fechamento” do vestido
de noiva, ou seja, porque tais mulheres, nesse momento ritual,
cobriam-se dos pés à cabeça de branco, e de onde veio tal hábito,
como ele transformou-se na nossa representação de Noiva, em nosso
arquétipo feminino. Já no caso da Prostituta, nesse mesmo processo
de investigação deparei-me uma segunda vez com a normalização sexual
da mulher, mas levei-me ao estudo também, do posicionamento social
de tais mulheres em comparação com as Noivas, ou seja, foi possível
verificar sua função de “válvula de escape” do desejo masculino e
suas representações imagéticas nos gestos e vestimentas, além de
quais liberdades tais mulheres possuíam em comparação com seus
antônimos, as Noivas.
Com isso, estabeleci um paralelo entre
essas duas figuras femininas tão contraditórias e complementares em
si, observando principalmente em quais extremos da sociedade
patriarcal elas se locavam, o modo como foram encontrar-se naquele
espaço do imaginário coletivo, além de como se mantiveram nessas
pontas tão longínquas e tão próximas. É como se, a partir desses
dois arquétipos, observássemos dois lados de uma mesma moeda, sendo
que essa moeda é a identidade feminina. Em minha pesquisa sobre
Noivas, afirmo:
Por um lado, pintam-nas todas como
destinadas a serem boas mães, seguindo o exemplo da Virgem
Maria, naturalmente zelosas com seus filhos e com a casa,
obedientes ao extremo a seus maridos e pais, e por “natureza”,
sendo assexuadas e abstênicas. Já por outro, elas têm sua
natureza, seu “eu”, conectado diretamente a figura do demônio,
ao primeiro pecado da primeira mulher, Eva. São representadas
também como objetos de tentação, disseminadoras de conflitos e
doenças, criaturas inconstantes e indecifráveis tanto no corpo
como na mente, ora infantis, tolas, ora megeras vingativas,
assassinas ciumentas e furiosas.
Segundo essa análise, que apresenta
bem o pavor masculino frente à indecifrável natureza feminina,
nada de bom e/ou puro pode vir de uma mulher livre, não
controlada pelos parâmetros masculinos. Uma mulher sem família,
sem pai, marido e filhos é um ser “não humano” e antinatural,
ameaçador à ordem vigente. Mesmo as viúvas, as velhas, as
solteironas e tantas outras representações dadas às mulheres
durante séculos que não a de esposa e filha, apresentam em si
certa dificuldade de encaixe dentro da estrutura social.
(TRIZOLI, 2006. p
desconhecida).
É justamente com esse tipo de “análise”
que as mulheres eram normalizadas: a ambigüidade dos discursos
permeia as tentativas de normatização de sua natureza. Uma noiva
precisa ser pura, mas sexualizada até o ponto de ser objeto de
desejo e meio de procriação. Uma prostituta é uma mulher sexualmente
requisitada, ora endemonizada, ora vitimizada, mas sem lugar dentro
da sociedade patriarcal que não seja de uso exclusivo do desejo e do
medo masculino: é uma proscrita, uma mulher sem família, que nasceu
do nada e que morrerá voltada para o nada.
Em ambas as figuras, lhes é negada a
idéia de sujeito, de individuo e inclusive de alma. Apenas tomam
corpo ao vincularem-se ao masculino, seja como esposa, mãe, amante,
viúva, seja como representação de determinada fantasia-expectativa
masculina. A mulher é objecto de uma operação que remete para
outros. (BASAGLIA, 1997, p. 165). E é esse tipo de informação
que acredito ser extremamente importante que os alunos com os quais
tive contato no curso de Moda da UNITRI possuam. Ao criarem suas
vestimentas e acessórios, é relevante que saibam para que tipo de
mulher estarão desenhando, quais são seus valores, e se a linguagem
estética que escolheram para “representar” essa mulher está de
acordo o universo ao qual ela pertence.
Se usarem o branco, que saibam sua
simbologia, se usarem o vermelho idem. Se apropriarem-se de formas
cilíndricas, ovuladas, inflamantes, de estampas, pérolas ou rendas,
que conheçam seu histórico na moda, na arte, na história da
vestimenta e dos costumes. Afinal, são eles grandes colaboradores
nesse processo de representação da identidade do individuo ao
fornecerem com suas vestimentas um grande aparato visual, ornamental
e simbólico para suprir nossa necessidade de preenchimento e
identificação do “eu”.
Em curto prazo, não me arrisco a afirmar
se esses alunos obtiveram êxito com a interdisciplinaridade em sala
de aula, mas tanto eu quanto a Prof. Kenia, esperamos que nossas
falas façam diferença no processo de criação desses Designers de
Moda tanto no modo como farão seus desenhos quanto no momento de
pensar seu público alvo.
Referências
LIPPARD, Lucy.
The Pink Glass Swan. Select essays
on feminist art.
U.S.A. WW Norton, 1995.
CHARTIER, Roger. O Mundo como
Representação. In: Revista Estudos Avançados. Vol. 05. n.
11. São Paulo Abril de 1991. Disponível em:
http://www.scielo.br/scielo
Acessado em 02 de outubro de 2007.
VAINFAS, Ronaldo. Casamento, amor e
desejo no ocidente cristão. São Paulo: Ática, 1986.
TRIZOLI, Talita. Relações entre a
arte contemporânea e o feminismo. Disponível em:
http://www.festivaldearte.fafcs.ufu.br/
________________. Noiva
(As)Sexuadas. 2006. Trabalho apresentado no XV Encontro
Regional de História, São João Del Rey, 2006.
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