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REGINALDO BENEDITO DIAS
Professor do
Departamento de História da Universidade Estadual de Maringá;
Doutor em História Política (UNESP)
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Como a Ação Popular escreveu e reescreveu o
sentido de sua história
por
Reginaldo Benedito Dias
Introdução
Este trabalho investiga como a Ação Popular,
organização de esquerda das décadas de 1960 e 1970, elaborou e
reelaborou o sentido de sua experiência, em face das redefinições
políticas que vivenciou. Conforme demonstrou Dulce Pandolffi, a
produção da memória é inerente à práxis dos partidos marxistas, que
mantêm uma relação diferenciada com a história. A produção da
memória faz com que sejam entrelaçadas três temporalidades: passado,
presente e futuro. A memória é uma construção do presente sobre o
passado (HALBWACHS, 1990), mas, nesse caso, ela sofre influência do
projeto político, articulado com um futuro de longo alcance. Esse
exercício obedece às hegemonias instauradas, exigindo a atualização
da construção da memória e da identidade política (PANDOLFFI, 1995).
Atento ao papel que a memória desempenha na produção
da identidade, Michael Pollak observa que as instituições políticas
não podem “mudar de direção e de imagem brutalmente a não ser sob o
risco de tensões difíceis de dominar, de cisões e mesmo de seu
desaparecimento”. Tal risco pode ocorrer, como exemplificam as
cisões partidárias, se os membros deixarem de se “reconhecer na nova
imagem, nas novas interpretações de seu passado individual e no de
sua organização” (POLLAK, 1989: p. 10).
A singularidade da AP precisa ser ressaltada. A AP
caracteriza-se por ter uma origem heterodoxa, aberta a diferentes
influências doutrinárias, e por filiar-se, na segunda metade da
década de 1960, à tradição do marxismo-leninismo. O caminho da
definição da linha marxista levou, em mais de uma conjuntura, a
acirradas lutas internas e a dramáticas fraturas. Entretanto,
consideradas as nuanças de cada período, a identidade marxista
manteve-se até o fim. Em suma, pretende-se verificar como, na busca
de determinada ortodoxia, a AP procurou reler sua origem e cada fase
de sua existência, com o objetivo de legitimar, nos marcos do que
considerava o verdadeiro marxismo-leninismo, as opções recentes.
Usos e sentidos da história da AP
Em 1966, o Comando Nacional da Ação Popular elaborou
um documento, intitulado “Histórico da AP”, realizando um balanço de
sua experiência. A história da AP foi dividida em quatro fases. A
primeira se estenderia dos primeiros contatos e articulações para a
formação da AP, datados de 1961, até seu congresso de fundação,
ocorrido em 1963. A segunda iria desse congresso até o “golpe de
abril” de 1964. A terceira iria do “golpe de abril” até a elaboração
da Resolução Política, em 1965. A quarta se estenderia até o
momento vivido (AÇÃO POPULAR, 1966). Tal exercício se justifica. O
advento da ditadura militar impôs ao conjunto da esquerda uma
reflexão sobre a derrota sofrida em 1964. O “histórico” aponta que,
na terceira fase de sua trajetória, a AP vivia uma crise,
caracterizada pela desarticulação da base social, por desorientação
política e por uma tendência à desagregação. Essa tendência teria
sido revertida a partir de 1965, quando foi aprovada a RP.
As balizas do citado “histórico” foram elaboradas
pela RP, cujo objetivo era definir uma política
revolucionária e inserir a AP em uma nova fase de sua história (AÇÃO
POPULAR, 1965). Entretanto, ao examinar a orientação da fase
anterior, condensada no Documento base, a RP não
promove uma ruptura total. De um lado, faz uma crítica frontal à
parte da estratégia política. Por intermédio do conceito de
Revolução Socialista de Libertação Nacional, propõe a conquista do
poder por via insurrecional. De outro, valoriza a fundamentação
filosófica do DB, cujas linhas mestras ainda seriam atuais: “O que
ele precisa é ser, antes de tudo, conhecido e entendido, e depois
urgentemente completado” (AÇÃO POPULAR, 1965, p.9).
No DB, a AP definia-se como socialista, mas
era crítica do modelo erigido a partir da URSS, no qual identificava
a formação de novas formas de alienação. Defendia a possibilidade de
que houvesse caminhos diversos de passagem ao socialismo e para a
construção socialista. Perseguia, enfim, uma ideologia própria, cujo
horizonte era o socialismo como humanismo. O ideário da AP era
influenciado pelo cristianismo, pelo marxismo e pelo
existencialismo.
A mudança da orientação filosófica não tardaria a
acontecer. Em 1967, a AP abriu o processo do Debate Teórico e
Ideológico. O documento que convocou o debate propõe a ruptura:
Pedir de menos seria negar a necessidade de
centralizar o debate no estudo do marxismo, e pretender estudar,
ao mesmo tempo, o pensamento de Teilhard Chardin, Emanuel
Mounier, Bertrand Russel etc. (...). Na etapa atual, para que se
possa chegar a resultados coerentes e inclusive preparar etapas
futuras, é necessário considerar o estudo crítico do marxismo
como eixo e princípio ordenador da discussão (AÇÃO POPULAR,
1967: 14).
Emergiram posições conflitantes no debate. A AP se
dividiu em duas grandes correntes, às quais correspondiam pontos de
vista divergentes sobre a estratégia revolucionária. A “corrente 1”
apresentou o “Esquema de 6 pontos”, identificado com o maoísmo,
declarado como a terceira etapa do marxismo, o marxismo da
atualidade. O Brasil passa a ser caracterizado como um país
semicolonial e semifeudal. A revolução deveria ser de tipo
nacional-democrático, por intermédio da guerra popular prolongada.
Defendia-se que existira um partido de vanguarda no Brasil e que era
necessária a sua reconstrução. Estabeleceu-se que a militância da AP
fosse reeducada em um processo de “proletarização”. A "corrente 2"
definia a sociedade brasileira como capitalista e que a revolução
deveria ter um caráter imediatamente socialista. Não aceitava a tese
da terceira etapa do marxismo e recusava a política “de
proletarização”. Nunca existira, em sua ótica, um partido proletário
no Brasil. Era necessário construí-lo. Em 1968, na I Reunião
Ampliada da Direção Nacional, prevaleceram as posições da “corrente
1” e, evidência da contundência da disputa, membros da “corrente 2”
foram expulsos da AP.
Saliente-se que as duas correntes, em nome do
marxismo-leninismo, rompiam com a origem da organização e tinham o
objetivo de superação da “velha” AP. Na seqüência, a ruptura com o
passado se acentuou. A documentação dá conta do ritual de
autodestruição da AP, desenvolvido voluntariamente, para
reconstrução em novas bases. Segundo o documento Esboço de uma
história da corrente 1, a
transformação ideológica da AP não poderia ocorrer numa evolução
linear: “O partido pequeno-burguês deveria promover uma
autodestruição, condição para surgir o partido do proletariado ou
melhor um núcleo desse partido”(AÇÃO POPULAR, 1969: 4). Esse
Esboço serve de subsídio para a elaboração do documento
Audácia nos objetivos e rigor nos métodos, extraído da II
Reunião Ampliada da Direção Nacional, ocorrida em 1969. Declara-se
que a AP entrara em uma nova etapa de sua história, em que se
transformava em “um partido revolucionário proletário” (AÇÃO
POPULAR, 1969b: 4).
A transformação era acompanhada de uma drástica
autocrítica do passado, idéias e práticas da AP. A dinâmica da morte
e recriação é explícita: “ao mesmo tempo em que começava a morrer a
velha Ação Popular, começava a nascer uma nova Ação Popular,
marxista-leninista, proletária; o processo de crise combinava-se com
o processo de transformação e proletarização do partido” (AÇÃO
POPULAR, 1969b: 3). A ruptura com a história da AP foi detalhada na
formulação de 12 tarefas para reconstrução do partido operário,
sempre dirigidas ao passado da organização. Ao proclamar a morte da
“velha AP” e o nascimento da “nova AP”, o documento procura fundá-la
na tradição marxista, procedendo a um extenso resgate da história do
movimento socialista, desde a época de Marx e Engels até o período
então vívido. Declara-se combate ao revisionismo contemporâneo,
representado pela nova direção da URSS e, no Brasil, pelo PCB.
A II Reunião Ampliada definiu-se pela tese da
Reconstrução do Partido Operário Unificado do Brasil. Entende-se que
o marxismo vivia a etapa do pensamento de Mao Tse-tung. Aponta-se
que duas organizações fundadas em 1962, AP e o PC do B, eram as mais
aptas para liderar o processo de redefinição do partido de
vanguarda. A união entre as duas seria a base da reconstrução do
partido operário unificado.
Abrir-se-ia, no entanto, uma nova fase de luta
interna. Por um lado, surgiram questionamentos à interpretação do
Brasil como um país semifeudal e semicolonial e à concepção da
revolução nacional-democrática. Para a ala que formulava essas
questões, tornar-se-ia necessário construir um partido de tipo
inteiramente novo. Por outro lado, dirigentes da AP aproximaram-se
do PC do B e viriam a defender a incorporação a esse partido. Nesse
caso, havia afinidade quanto ao caráter da revolução, definida como
nacional-democrática.
Em 1971, por ocasião da III Reunião Ampliada da
Direção Nacional, a organização passou a denominar-se Ação Popular
Marxista-Leninista. Consagra-se, no início do Programa Básico,
então aprovado, a seguinte periodização da história da AP:
A nova Ação Popular (...) surgiu de um partido
pequeno-burguês, fundado em 1962, que se transformou de um
partido pequeno-burguês-reformista (1962-1964) num partido
pequeno-burguês revolucionário (1965-1967) e depois, através de
uma árdua luta teórica e prática (1967-1969), numa organização
marxista-leninista (a partir do segundo semestre de 1969). (AÇÃO
POPULAR, In REIS FILHO & SÁ, 1984: 293-294).
Havia acentuadas divergências sobre os temas
colocados a respeito da concepção de revolução e de partido, mas
chegou-se a uma espécie de solução de compromisso entre as posições
que amadureciam no interior da AP. O PB absorveu os pontos de
vista em disputa. O II Congresso seria convocado para dar solução
definitiva às divergências.
As disputas se acirraram, entretanto. Formou-se, na
direção da AP, uma maioria favorável à incorporação ao PC do B, com
base na afinidade de programas e no reconhecimento de que ele seria
o partido histórico da classe operária, fundado em 1922 e
reorganizado em 1962. Assumia-se, assim, a visão que o PC do B
forjara sobre si próprio (SALES, 2002). Outra ala sistematizou a
visão da revolução imediatamente socialista e a necessidade da
constituição do partido inteiramente novo, próprio da etapa vivida
pelo marxismo. Com o aquecimento da disputa, a chamada maioria
destituiu os líderes da outra ala de seus cargos de direção e, em
seguida, expulsou-os da AP, acusando-os de fracionismo.
O conflito teve desenlace. Em 1973, expressivo número
de militantes – que se referem a si mesmos como “a maioria” –
incorporou-se ao Partido Comunista do Brasil. A outra ala, citada
como minoria, acusou a primeira de tentar liquidar a história da AP,
de valer-se de maiorias ocasionais e de não respeitar os protocolos
da organização para a tomada de decisões. Fundamentalmente, procurou
reorganizar a Ação Popular.
Mais do que cotejar os termos das acusações
recíprocas, interessa verificar como a disputa reescrevia o sentido
da história da AP. Para militantes que se incorporaram ao PC do B,
fechara-se, em 1973, o ciclo de existência da AP. Ao aderirem ao PC
do B, abraçaram também sua história e passaram a contar a história
da AP pela ótica de seu novo partido.
Essa fronteira é um dos marcos de disputa de memória. Na verdade,
antes que se consumasse a incorporação de uma ala ao PC do B, os
dois agrupamentos reivindicariam o nome da legenda. O setor
remanescente vai se referir ao episódio da expulsão dos dirigentes
como a “cisão de setembro/outubro de 1972”. Esses militantes
procuraram manter a organização, disputar a memória dos fatos da
luta interna, assim como da correção da linha política que
representavam. Na seqüência, atualizariam, nas situações vividas,
sua leitura sobre os marcos da história da organização, que foi
reconstituída e teve existência até 1981 (DIAS, 2004).
Logo após a cisão, a Ação Popular viveu um período de
grande fragilidade organizativa. Na segunda metade de 1973, os
tentáculos do aparato repressivo provocaram uma série de “quedas” de
militantes. A AP não perderia sua existência independente, mas sua
intervenção, na conjuntura próxima, esteve pautada pela construção
da Tendência Proletária, a ser constituída entre as organizações do
campo da Esquerda Revolucionária. Em 1976, o processo de
reorganização da AP atingiria um patamar mais elevado. Em fevereiro
desse ano, foi constituído o Núcleo Provisório de Reorganização
Nacional. A reorganização é tida como consolidada em 1977, quando
foi aprovado o estatuto, que reafirma a identidade com o
marxismo-leninismo.
O objetivo de construir a TP levou a AP a se
aproximar do MR-8, do MEP e da PO. Um dos resultados foi a
publicação da revista Brasil Socialista, editada no exterior.
A revista veiculava tanto textos doutrinários quanto de intervenção
na conjuntura do país. Em seguida, manteve relações privilegiadas
com o MR-8, fato que levou ao objetivo de proceder à fusão entre as
duas organizações. Mas as relações vieram a se deteriorar.
Em março de 1978, o Secretariado Nacional da AP
editou um amplo documento de avaliação, com vistas à preparação da
IV Reunião Ampliada Nacional. Nesse momento, a AP relacionava-se com
o processo de rearticulação dos movimentos sociais. O vigoroso
movimento sindical incidiria sobre a pauta da abertura política e da
reforma partidária, servindo de suporte à constituição do Partido
dos Trabalhadores.
A IV RAN ocorreu em fevereiro de 1979, enumeração que
obedece à seqüência histórica dos eventos da organização. Em pauta:
a conjuntura nacional, o futuro da AP e a opção partidária
institucional. Revogou-se, finalmente, o Programa básico,
aprovado pela III RADN, ocorrida em 1971. Essa revogação foi
acompanhada de algumas autocríticas. Principalmente, teria sido
cometido o erro de considerar o maoísmo a terceira etapa do
marxismo, com suas derivações de diagnóstico da realidade brasileira
e de estratégia revolucionária. O marxismo-leninismo continuaria
sendo a base teórica da AP. A rigor, não se trata mais do que de um
rito formal. Havia muito tempo que se considerava o PB
superado. Percebe-se, nos documentos da última fase da AP, uma
tendência de inserir a história da organização na trajetória da
Esquerda Revolucionária. É sempre no campo da ER que sua experiência
é referida. A IV RNA concluiu que não havia condições para a
formulação de uma teoria revolucionária para a construção do partido
do proletariado no Brasil. Remete o aprofundamento do debate ao II
Congresso.
Nessa conjuntura, sem abrir mão do objetivo de
constituir a TP, a AP propôs a formação de um partido socialista
para atuar na nova legalidade, o Partido Popular. Em meados de 1979,
inviabilizada a proposta do PP, o CC decidiu participar do Movimento
pró-PT. Em seguida, aderiu ao PT como tendência interna. Em outubro
de 1980, no Rio de Janeiro, finalmente se realizou o II Congresso,
objetivo tantas vezes adiado. A pauta concentrou-se nos debates de
conjuntura e tática e construção partidária.
Em 1963, o I Congresso foi o de fundação da AP. O
segundo foi uma espécie de “canto de cisne”. Quando foi colocado em
pauta, deveria concluir o debate sobre o partido operário. Essa
pendência se mantinha, mas a conjuntura era muito diferente. A AP
passara pelo que os remanescentes chamavam de cisão, tinha feito
autocrítica do período anterior e, agora, relacionava-se com uma
conjuntura em que os movimentos dos trabalhadores ocupavam a cena
política. Sua a fragilidade organizativa era muito grande. Foi
aprovado um documento genérico e a constituição da Comissão Nacional
Provisória. Esta funcionou, precariamente, até 1981,
desarticulando-se por si própria.
Considerações finais
Na atualização do projeto da Ação Popular, ocorrida
em várias conjunturas, verifica-se o exercício de reconstrução de
sua memória e de recomposição de sua identidade. Todavia, não foi um
processo linear e indolor. Por conta da intensidade das disputas e
das acentuadas redefinições, houve dramáticas cisões.
Sua conversão ao marxismo, com ritos que declaravam
morta a “velha AP” e saudavam a “nova AP”, significou uma ruptura
com seu passado e a atualização de sua memória, forma de recompor
sua identidade. Nas disputas acerca da definição de qual linha
deveria ser seguida, cada qual entendida como o verdadeiro marxismo,
havia a compreensão, a despeito das divergências, de que essa
ruptura com o passado era necessária, a fim de que fosse
reorganizada com base na tradição marxista.
A busca dessa tradição se fez sentir, de forma
nuançada, nos debates sobre o partido de vanguarda do proletariado.
Viu-se como uma ala aderiu ao PC do B por entender que se tratava do
partido histórico do proletariado. Outra ala manteve-se organizada
como AP, entendendo que o partido deveria ser construído em bases
novas, de acordo com a etapa vivida pelo marxismo. Na fase de
seguinte, manteve-se a pauta do partido de vanguarda, sempre
apontado como principal carência do processo revolucionário. Nesse
momento, a identidade da AP se insere no campo da Esquerda
Revolucionária, inspirada no marxismo-leninismo.
É com a identidade de pertencer ao campo da Esquerda
Revolucionária marxista-leninista que a AP se incorporou ao processo
de formação do PT.
Referências
AÇÃO POPULAR.
Documento base. In:
SOUZA, Luiz A. G. A JUC: os estudantes católicos e a
política. Petrópolis: Vozes, 1984.
AÇÃO POPULAR.
Resolução política, 1965.
AÇÃO POPULAR. Histórico. 1966.
AÇÃO POPULAR. Resolução sobre o
debate teórico e ideológico, 1967.
AÇÃO POPULAR, Esboço de uma
história da Corrente 1, 1969,
AÇÃO POPULAR, Audácia nos
objetivos e rigor nos métodos, 1969B.
AÇÃO POPULAR.
Programa básico. In REIS FILHO, D. A. & SÁ, J.F.
(orgs). Imagens da revolução. Rio de Janeiro: marco zero,
1985.
DIAS, R. B. A
cruz, a foice o martelo e a estrela: a tradição e renovação da
esquerda na experiência da Ação Popular. Tese (doutorado). Unesp,
2004.
DIAS, Reginaldo B. A
história da Ação Popular na perspectiva do PC do B. In Diálogos.
Volume 10, n.1, 2006.
www.dialogos.uem.br
DIAS, Reginaldo B.
A
história que poderia ter sido: Herbert de Souza interpreta a
experiência da ação popular.
REA, nº 81, fevereiro de
2008. Trabalho originalmente apresentado
ao XVIII Encontro da ANPUH/SP. Unesp/Assis, 24 a 28 de julho de
2006.
DIAS,
Reginaldo B. A Ação Popular na história do catolicismo.
Comunicação apresentada ao I Encontro Nacional de História das
Religiões e das Religiosidades – ANPUH. Identidades Religiosas e
História. Universidade Estadual de Maringá, maio de 2007.
HALBWACHS, M. A
memória coletiva. São Paulo: Vértice, 1990.
PANDOLFFI, Dulce.
Camaradas e companheiros. História e memória do PCB. Rio de
Janeiro: Relume Dumará, 1995.
POLLAK, M. Memória,
esquecimento e silêncio. Estudos Históricos, Rio de Janeiro,
v. 2, n. 3, 1989, p. 3-15.
SALES, Jean R. O PC do B conta a sua
história: tradição, memória e identidade política. In Diálogos.
UEM-Maringá, 2002, v.6. p.155-172.
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A história
que poderia ter sido: Herbert de Souza interpreta a experiência da
Ação Popular
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