por JOSÉ PETRÚCIO DE FARIAS JUNIOR

Mestre em História pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – campus de Franca

 

Biografia e historiografia: 

contribuições para interpretação do gênero biográfico na Antiguidade

 

Resumo: Apenas no século XX, com a introdução de novas abordagens teórico-metodológicas na História, houve um estudo mais apurado em relação ao valor funcional das biografias nas sociedades clássicas. Contudo, até alcançar definitivamente espaço significativo nas pesquisas contemporâneas em História, o gênero biográfico oscilou de acordo com as tendências estabelecidas pelas “escolas históricas”. Nesse sentido, propor-nos-emos discutir, em linhas gerais, a maneira como as novas abordagens foram solidificadas e a reação dos antiquistas diante delas.

Palavras-chave: Historiografia – Biografia - Antiguidade.

 

No século XIX, a rejeição dos documentos biográficos ocorreu, em grande medida, em virtude de o tipo de informação contida nas biografias não interessar à história universal (ROJAS, 2000: 10). Nesse período, conforme sustenta Rojas (2000: 10), os pesquisadores não consideravam as biografias convenientes para a narrativa histórica, apresentando em comum, a interpretação de que os registros biográficos tinham como fim a perpetuação de aspectos arbitrários da cultura greco-romana.

O pensamento positivista, por outro lado, resgatou a importância das biografias para compreensão da História, porém a aversão de grande parte dos historiadores ao pensamento positivista – centrada nos grandes homens, grandes acontecimentos históricos e grandes batalhas – o qual contaminou a escrita da história no final século XIX e início do século XX, contribuiu para, mais uma vez, não considerar esse tipo de texto, haja vista o esforço dos historiadores em negar a influência do positivismo. (ROJAS, 2000: 12)

Dessa forma, a biografia ficou desacreditada e sua utilização permaneceu apenas nos anacrônicos estudos positivistas. (ROJAS, 2000: 13) Isso nos levou a supor que esse fator tenha contribuído para a “historia renovada” ou “antipositivista” legar a segundo plano a importância das biografias para a análise histórica.

Na França, o retorno efetivo da biografia no cenário historiográfico ocorre a partir  da década de 80[1] com ensaios e colóquios sobre biografia no interior de uma proposta de renovação histórica expressa em coletânea idealizada por Jacques Le Goff e Pierre Nora. Na verdade, as reflexões que objetivavam a renovação do campo das pesquisas em História se iniciaram na primeira metade da década de 70, todavia, nesse momento, a biografia ainda não havia sido contemplada. Segundo Borges (2005: 208) até mesmo um dicionário organizado por Le Goff, Roger Chartier e Jacques Revel denominado La Nouvelle Histoire, publicado em 1978, não agasalhava a biografia no corpo da ampliação documental. Posteriormente, apenas em 1986, com Dictionnaire des Sciences Historiques, encontramos um verbete sobre “história biográfica” assinado por Guy Chaussinand-Nogaret. (BORGES, 2005: 208) Nota-se, com isso, a inclinação tardia dos franceses em associar biografia e história, o que já era realizado pela historiografia anglo-americana, mesmo de forma rarefeita e com diversos problemas metodológicos.[2]

Em decorrência disso, dentro de uma proposta investigativa, oriunda da historiografia francesa, que ambiciona apresentar o retorno da esfera política nas pesquisas históricas em oposição à “história total” de Braudel e a “história serial quantitativa”[3], cujo enfoque versava sobre o econômico e demográfico, característicos da segunda fase dos Annales , Levillain (1996: 144-5) atribui o retorno da biografia na França a uma transformação da própria historiografia francesa, tendo em vista as críticas e os limites apresentados pela história global idealizada pelos Annales. Diante disso, Levillain advoga que a reutilização das biografias como fonte histórica decorreu das relações entre a História e o desenvolvimento das ciências sociais e naturais no século XX, em especial, a Biologia, Sociologia, Psicologia e Psicanálise. As últimas, particularmente, contribuíram para “renovação do individualismo” a qual, segundo Levillain, pressupõe um enfoque voltado para o indivíduo no que diz respeito ao reconhecimento da liberdade de escolha do homem bem como o confronto entre ele e a sociedade no tocante à fixação de valores. De fato, o enfoque sobre o individual e, por extensão, suas relações com o coletivo promoveram novas abordagens para a pesquisa histórica e, conseqüentemente, um interesse maior pelos documentos biográficos. (LEVILLAIN, 1996 : 167-8)

Nota-se que o interesse pela biografia tornou-se evidente dentro de uma ampla renovação historiográfica francesa que se consolidou nas últimas décadas sob a alcunha do “retorno da História Política”, tal como designam os próprios franceses. Trata-se de uma renovação que ambicionava trazer para esfera das discussões sobre a pesquisa em História as questões políticas inerentes às fontes históricas, em geral, as quais foram amainadas sob a vigência dos Annales e suas respectivas orientações investigativas as quais representavam um manifesto contra a predominância do aspecto político nas pesquisas históricas.

Por outro lado, associado ao retorno do gênero biográfico na França e pesquisas incipientes desempenhadas por historiadores norte-americanos sobre o gênero biográfico, vieram inovadoras propostas metodológicas para trabalhar com esse tipo de texto e, é claro, ao experimentar propostas investigativas aplicadas à biografia, diversos problemas metodológicos surgiram e ocuparam o centro das atenções de teóricos, historiadores e antiquista. Sem pretender ser exaustivo, evidenciaremos as contribuições de Michel Foucault para o amadurecimento do tratamento documental das biografias nas pesquisas históricas o qual influenciou muitos antiquistas a não enxergar os registros biográficos em sua forma meramente biográfica, ou seja, não se preocupar somente com a estrutura básica de uma biografia tradicional produzida na Antiguidade, tais como origem, vida e morte dos personagens biografados.

Assim sendo, de acordo com Schmidt (2000: 32), Michel Foucault é considerado um pesquisador preocupado em problematizar as fronteiras da história e trazer novas abordagens, uma vez que, ao se apropriar do pensamento de Hegel, Foucault alertou-nos para as noções de autor e obra, importantes para análise biográfica. À luz de Foucault, Schmidt afirma que tais concepções devem ser reproblematizadas a fundo bem como a relação entre indivíduo e contexto, atributo de Hegel, para que o gênero biográfico receba o estatuto de fonte histórica, posto que se apresentarmos biógrafos e biografados dentro do contexto em que atuaram, o indivíduo mesmo se apresentará tanto como criador quanto igualmente fruto desse próprio contexto, em virtude disso, a narração se torna uma fonte histórica pelo fato de ser produto de uma época e comportar valores dela.

Particularmente em “A Arqueologia do Saber”, Foucault (1986:63-6) confere uma nova roupagem à dialética entre indivíduo e contexto e viabiliza, ou pelo menos apresenta um caminho possível, para uma análise discursiva mais apurada dos registros biográficos em perspectiva histórica.

Por meio dos esforços de renovação teórico-metodológicas no campo da história, torna-se, então, possível a apropriação das biografias, de modo geral, como discurso histórico, dado que as Vidas não serão interpretadas com um fim em si mesmas, mas em relação ao meio que colaborou para sua construção.

Enfocada desse modo, a análise biográfica permite a renovação e enriquecimento de métodos e perspectivas de análises entre os historiadores. O indivíduo, sob a ótica dessa concepção analítica, é observado no interior de uma rede complexa a qual envolve vínculos de amizade, condição social, pertencimento a grupos filosófico-religiosos, região em que atuou entre outros fatores. Isso posto, Foucault (1986: 27) propugna, em síntese, que o historiador deve ir além do “já-dito”, isto é, do “discurso manifesto”, porquanto, em todos os seus fragmentos, a obra se remete ao referente externo que envolve o autor.

Essa estratégia analítica despertou os historiadores a perceber que havia, no entorno do biografado, a sociedade que o regulava e que interferia no curso da história.(OLIVEIRA E SILVA, 2002: 26) Incorporaram-se, com isso, novos processos de leituras dos documentos biográficos enraizados no intercâmbio de informações entre os diferentes campos das ciências sociais. (BORGES, 2005: 208)

Seguindo a linha de antiquistas que concebem a relação mútua entre discurso histórico e biográfico, destaca-se Werner o qual, influenciado pelas teorias da Psicologia Social da década de 60, no prólogo de Biógrafos Griecos, defende que as biografias devem ser analisadas à luz da subjetividade. Nesse sentido, o relato do outro é, na verdade, a descrição do próprio biógrafo, haja vista a dificuldade de “encontrar em outro algo que não tenhamos sentido ou experimentado previamente” (WERNER, 1964: 13)[4]. Outro elemento relevante para Werner é a falta de imparcialidade presente nas biografias, porém, em vez de um impasse, é uma ferramenta útil para compreender a maneira como o biógrafo filtra o contexto histórico bem como suas intenções a partir do que foi registrado. O pesquisador sustenta que as biografias do Baixo Império Romano, geralmente, representavam um repulsa em relação à situação atual do biógrafo (WERNER, 1964: 14-5) e esta, por sua vez, relaciona-se com o papel que o biógrafo ocupa na sociedade. Acreditamos ser bastante pertinentes essas considerações porquanto, em se tratando das biografias de Eunápio em Vidas dos Filósofos e Sofistas, as lamentações registradas nas biografias revelam, justamente, a consciência de que o Império Romano apresentava sinais de desgaste e que as elites neoplatônicas, portanto não-cristãs, da Ásia Menor estavam, gradativamente, sendo alijadas da administração imperial. Ambicionamos declarar com isso que não é possível eliminar, por completo, o conteúdo histórico mobilizado pelo biógrafo ao relatar as “Vidas” produzidas no mundo antigo ou utilizar o documento biográfico de maneira estanque como se não estivesse antenado ao lugar e ao tempo que colaboraram para sua construção.

De maneira semelhante, com a finalidade de ampliar as fontes históricas e agasalhar as biografias, o historiador Jean Orieux, adepto da “Nova História", faz um esboço da metodologia que deveria ser aplicada na biografia como fonte histórica e afirma que “o biógrafo tem de reunir o maior número possível de conhecimentos sobre um personagem histórico, a fim de se aproximar, tanto quanto possível, da sua verdade viva, com o máximo de precisão, de autenticidade e de probidade[5]

O fragmento revela o esforço do autor em minimizar as fronteiras entre as biografias e o discurso histórico por intermédio da evidência das fontes utilizadas pelo biógrafo. Sendo assim, o que confere legitimidade histórica a uma biografia são as alusões que o próprio biógrafo faz a autores ou obras do período em que registra. Esse procedimento condiz com a atuação de um historiador como pesquisador o qual se debruça em um vasto material de pesquisa para concretizar sua investigação. Então, constatado o compromisso do biógrafo em não abandonar o repertório de fontes de sua própria época, a biografia transforma-se, com efeito, em material histórico. No limite, o pano de fundo das biografias revela um material riquíssimo para o historiador.[6]

No interior desse pensamento, Oliveira e Silva (2002: 01), em sua tese de mestrado, solidificou essa iniciativa ao abordar as biografias de Plutarco, Vidas Paralelas, como fonte histórica e, por extensão, assegurar Plutarco, biógrafo, na categoria de historiador. De acordo com a pesquisadora, o objetivo de sua dissertação é demonstrar que as biografias plutarqueanas são o resultado da coleta e da análise crítica das informações contidas em fontes históricas e iconográficas da Antiguidade o que torna Plutarco, a rigor, um historiador e não simplesmente biógrafo, haja vista o esforço investigativo do autor para elaboração das “Vidas”.

A fim de consolidar o raciocínio supramencionado o qual visa ao vínculo indissociável entre os discursos biográfico e histórico, Gentili e Cerri (1988: 61-4) sustentam que não convém afirmar que na Antiguidade era comum separar história e biografia como se isso representasse senso-comum entre gregos e romanos, tal como defende Mellor (1999) e Momigliano, inicialmente (1983).

Com base na obra de Dionísio de Halicarnasso, por exemplo, Gentili e Cerri (1988: 63) verificaram que Dionísio diz explicitamente que “os objetivos biográficos estavam alinhados aos de suas “Histórias”. As fundações de cidades, as vidas dos reis, características psicológicas e descrições de ambientes, presentes em uma única obra, representaram o que Dionísio chamou de narrativa “polimórfica[7] de um historiador. Tal comportamento demonstra não só a proximidade entre biografia e história, mas também a consciência de uma produção textual que agrega atributos de ambos os tipos de tipo. Além disso, constata-se a existência de uma tendência historiográfica que rompe com o que Ronald Mellor, especialmente, defende: a separação de História e Biografia é produto da própria historiografia antiga.

A visão dionisiana acerca da escrita histórica fica evidente no trecho:

“(...) não é somente ver e dizer o que é evidente para alguém em vários eventos políticos, mas também mostrar o que está por trás das ações e dos homens que os realizaram e as paixões que movem a alma, as quais não são facilmente discernidas pela maioria dos homens bem como desvelar os segredos de uma aparente virtude e de um vício escondido e ignorado.” (GENTILI & CERRI, 1988: 63)[8]

Nota-se que os elementos pertencentes à biografia e à história se imiscuem de tal forma que não é possível separá-los. Tal característica demonstra que não podemos elaborar definições fechadas e restritas sobre os dois gêneros na Antiguidade.

Nessa mesma ordem de idéias, Kennedy, E. J. & Clausen, W. V. (1982: 737) defendem que, para historiador romano Aurélio Victor, também há uma fusão entre biografia e história, posto que o sentido que Victor trata a história romana, reino por reino, adicionado ao fato de se concentrar em características e atividades de cada imperador demonstra que seu trabalho é um exemplo da união dos métodos histórico e biográfico o qual caracterizava uma época: o Império Romano.

De fato, não há um divórcio entre a narrativa histórica e biográfica, mas uma interação entre ambos os discursos os quais dão ênfase a um determinado aspecto em um e não no outro de acordo com o tipo de trabalho escrito. (GENTILI & CERRI, 1988: 66) Afigura-se, então, que não se pode fazer generalizações em relação às biografias antigas, haja vista a diversidade de intelectuais e regiões em que atuavam bem como a tradição biográfica que os envolvia; são, no limite, produções textuais em constante estado de experimentação.

Como resultado dessas considerações, estamos de acordo com Gentili & Cerri (1988: 68) ao proporem que, para a compreensão das fontes biográficas, é preciso considerar o tipo de público para o qual a narrativa é pretendida. De outro modo, uma correta análise das biografias gregas deveria partir da identificação dos objetivos que o próprio autor atribuiu ao redigi-las. Poderíamos afirmar, por extensão, que a narrativa biográfica varia em relação a funções específicas que ela assume em contextos históricos particulares e em diferentes sistemas literários[9]. (GENTILI & CERRI, 1988: 80)

Fazendo um balanço do que se discutiu até o momento, verificamos, por meio da historiografia brasileira, francesa e anglo-americana que o debate sobre os gêneros histórico e biográfico na Antiguidade não é passível de generalização. É incorreto atermo-nos em definições esquemáticas que delineiem ambos os escritos. Devemos, sim, voltar nossos olhos à flexibilidade funcional e aos processos dialéticos que representam a historicidade dos “atos literários”.


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[1] De acordo com a historiadora Vavy Pacheco Borges (2005: 208) a França atuou como referência à historiografia brasileira no que diz respeito à escrita da História.

[2] Sustentamos essa reflexão com base na observação da produção de artigos e manuais sobre a Antiguidade Tardia produzidos pela historiografia anglo-americana, posto que, entre as décadas de sessenta e noventa, verifica-se uma sólida utilização de documentos biográficos pelos antiquistas para composição da explicação histórica do quarto e quinto séculos. Já o período de “declínio” desse tipo de documento na historiografia francesa, é assegurado por Levillain (1996) e Borges (2005), principalmente.

[3] Em relação à aplicação desses termos, ver em Reis, J. C. História e Teoria: Historicismo, Modernidade, Temporalidade e Verdade. 3 ª ed. RJ: FGV, 2006: 82.

[4] WERNER, J. “La Biografia em Grécia”. In: Biógrafos Griecos. España: Halar, 1964. p. 13

[5] ORIEUX, J. A arte do biógrafo. In: FERREIRA, C.V. História e Nova História. Lisboa: Teorema, [s.d ] p. 39.

[6] Embora não sejam as biografias antigas o objeto central de estudos de Jean Orieux, suas inclinações investigativas colaboraram para a inovação de análises produzidas por sobre esse tipo de documento histórico. É, por esse motivo, que julgamos necessário apresentar as influências que configuraram em uma nova maneira de conceber e interpretação desse tipo de texto.

[7]. Ver Gentili & Cerri, 1988: 63.

[8] As traduções dos fragmentos da bibliografia apresentadas nesta dissertação são de responsabilidade do autor.

[9] O conceito de “sistema literário” foi elaborado por Antônio Candido (1957: 23) em sua “Formação da Literatura Brasileira” para indicar que há um conjunto de “obras ligadas por denominadores comuns, que permitem reconhecer as notas dominantes duma fase.” Para Candido, os denominadores comuns compreendem: características textuais internas e elementos de natureza social e política. Apropriamo-nos desse conceito apenas para evidenciar que em diferentes períodos do Império Romano identificamos uma sólida tradição escrita que se renova ou incorpora novos elementos de geração a geração.   

 

por JOSÉ PETRÚCIO DE FARIAS JUNIOR

 

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Referências Bibliográficas

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SCHMIDT, B. B. ( org. ) O Biógrafo: perspectivas interdisciplinares. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2000.

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