por JOÃO FRANCISCO SEVERO SANTOS

Professor do Departamento de Ciências Básicas e Sociais do Centro de Ciências Tecnológicas da UDESC e da Faculdade de Educação Física do Instituto Superior Luterano Bom Jesus/IELUSC em Joinville-SC.

 

 

Globalização, Qualidade de Vida e Educação

 

Globalização e qualidade de vida são palavras relativamente novas em nossos dicionários, porém representam fenômenos e paradigmas que deveriam ser entendidos e amplamente discutidos não só nos meios acadêmicos, políticos e empresariais, mas por toda a população, pois representam processos e construtos ideológicos que, direta ou indiretamente, afetam dramaticamente o nosso modo de vida e as perspectivas de bem-estar, não só de nossa, mas também das futuras gerações.

Esses construtos ideológicos, ao se tornarem paradigmas, ditam o nosso modo de perceber a realidade. Santos (2003), por exemplo, verificou que entre os acadêmicos de graduação de cursos tecnológicos – cursos que por suas características específicas, geralmente, apresentam uma tendência ideológica mais positivista e neoliberal – a concepção e percepção de qualidade de vida se reduz à conquista de bens materiais e status social sem maiores reflexões sobre as conseqüências disso para a sociedade, ou seja, uma busca egoísta de ascensão social e poder através de conquistas materiais sem reflexão sobre a responsabilidade social de cada um.

Estudiosos afirmam que a globalização é um processo irreversível que trás sérias mudanças socioeconômicas em dimensões planetárias. Ela é definida como a integração entre os mercados produtores e consumidores de diversos países (CARVALHO, 1999). Todavia, essa é uma definição simplista para um fenômeno complexo e multidimensional que apresenta diversos paradoxos nem sempre bem compreendidos e que dificultam a sua avaliação sobre as conseqüências para a qualidade de vida dos indivíduos e das sociedades. Não é difícil constatar que a integração de mercados altera o modo de vida das pessoas, suas ambições, suas perspectivas, seus desejos de consumo e reconhecimento. Richars (1991) afirma que através da propaganda de massa, novos produtos invadem nossas casas diariamente... Tudo se torna efêmero, descartável e a posse desses produtos – sempre os mais modernos – torna-se uma forma de exibição de status social. Dessa forma, percebe-se que a globalização é um fenômeno maior que a simples e inocente integração de mercados. Ela um processo que denota uma competição pela conquista de novos mercados por meio da difusão de massa de valores como o individualismo e o materialismo para a conquista de poder que, por sua vez, tenta impor a todas as nações, uma cultura global de interesse ao capitalismo e que se reflete no modo como as pessoas percebem e entendem suas perspectivas de qualidade de vida. Entende-se aqui, qualidade de vida como uma síntese cultural de todos os elementos que determinada sociedade considera como seu padrão de conforto e bem-estar, ou seja, a percepção de suas necessidades objetivas e subjetivas (MINAYO et all, 2000).

Avaliar a qualidade de vida é sempre uma missão penosa, pois se trata de um constructo que apresenta diversas facetas que se integram e interagem com as necessidades e desejos de cada indivíduo dentro de limites impostos culturalmente e que são profundamente influenciados pelas condições socioeconômicas de cada camada da população (ASSUMPÇÃO et all, 2000; FLECK et all, 1999). Assim, parâmetros subjetivos (bem-estar, felicidade, amor, prazer, inserção social, liberdade, solidariedade, espiritualidade, realização pessoal) e objetivos (satisfação das necessidades básicas e das necessidades criadas pelo grau de desenvolvimento econômico e social de determinada sociedade: alimentação, acesso à água potável, habitação, trabalho, educação, saúde e lazer) se interagem dentro da cultura para constituir o que consideramos qualidade de vida.

O grande paradoxo do fenômeno da globalização é que ele ao mesmo tempo em que abriu as janelas para o mundo e ampliou e tornou possível o acesso a certos produtos e serviços que elevam a qualidade de vida das pessoas, também gerou a exclusão e a impossibilidade de desenvolvimento e sobrevivência de uma parcela considerável da população mundial. Isso acontece em todos os países do mundo, porém é muito mais evidente nos países periféricos seguindo uma lógica capitalista desumana e cruel: a transferência das riquezas construídas pelo todo da sociedade para as mãos de uma minoria de elite, ou seja, os ricos ficam cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres (PINHEIRO, 1987).

Ao considerarmos os efeitos nefastos sobre a qualidade de vida, notamos que os apelos promocionais veiculados nos meios de comunicação de massa promovem uma doutrinação política e ideológica que visa abrir cada vez mais as economias nacionais; reduzir o poder dos governos democráticos; convencer as pessoas de que tudo que vem ou é produzido por empresas dos países centrais é melhor; difundir um estilo de vida individualista, competitivo, egoísta e consumista; e, finalmente, criar desejos nas massas e transformá-los em necessidades (LEBRUN, 2003; MARTINS & CARVALHO, 1999). Essa é uma estratégia que pode ter conseqüências sociais catastróficas, pois é a geradora do que chamo de ciclo vicioso ascendente da queda de qualidade de vida da maioria da população. Esse ciclo é caracterizado pelo aumento da exclusão social, da violência e do poder paralelo e funciona assim:

1) para elevar os lucros, as empresas utilizam a tecnologia para elevar a produção e diminuir os custos com mão de obra (BORGES, 2005; PEDROSO, 2004);

2) para vender seus produtos, as empresas usam as ferramentas de marketing e os meios de comunicação de massa para criar necessidades e desejos na população (RICHERS, 1981; KOTABE E HELSEN, 1999);

3) a redução dos postos de trabalho e a menor dependência de mão de obra humana eleva a competição pelo mercado de trabalho exigindo cada vez mais qualificação para os postos de trabalho remanescentes (BDI, 2004);

4) o aumento da competição no mercado de trabalho reduz a remuneração nos empregos e aumenta os gastos com qualificação contínua (BDI, 2004);

5) a pressão imposta pela competição e os baixos salários elevam o contingente de desempregados e subempregados que são bombardeados pela propaganda comercial que cria cada vez mais desejos e necessidades inatingíveis (PIRES, 2001; RICHERS, 1981);

6) a falta de perspectivas eleva a taxa de consumo de drogas, de violência social e do poder paralelo que se torna muito mais forte que as instituições de segurança pública (FOUCAULT, 2002; IFBEM, 2002);

7) a insegurança pública eleva o investimento das elites em segurança particular e, devido ao aumento constante do número de marginalizados, os trabalhadores mais humildes tornam-se as principais vitimas de crimes contra a vida e o patrimônio(DOWBOR, 2003; BRAGA, 2002; IFBEM, 2002);

8) o caos social gerado reduz as taxas de empregos nos setores de serviços, principalmente no de lazer, alimentando ainda mais a crise (LEITE, 2003; DOWBOR E MARTINS, 2001);

9) a falta de perspectivas deprime valores humanos com lealdade, honestidade, sinceridade e honra transformando as sociedades numa selva onde prevalece à força do mais “esperto” levando a multiplicação de leis que oprimem cada vez mais as pessoas de bem gerando uma universidade informal de formação de corruptos e aproveitadores que vivem parasitando o sistema (LEITE, 2003; FOUCAULT, 2002; SPINK E CAMAROTTI, 2000);

10) em longo prazo, há redução do mercado consumidor e os pequenos e médios empreendimentos sucumbem esgotando a capacidade de sustentação do sistema e, após isso, as grandes empresas transnacionais migram para outras regiões ou países em busca de novos mercados (CARDOSO, 2004; RATTNER, 1995).

Esse processo todo é uma clara ameaça a liberdade e a autonomia político-democrática de cada povo, pois concentra o poder nas mãos de grandes corporações de alguns países centrais (HAGE, 2006; OLIVEIRA, 2005; MARTINS & CARVALHO, 1999). Hoje existem cerca de 200 corporações empresariais gigantescas, segundo dados da organização mundial do comércio de 2000, que representam um poder que controla 25% do PIB mundial. Para se ter uma idéia das dimensões desse poder econômico, das 100 maiores “economias” do mundo, 51 são corporações empresariais e 49 são países. O Wal-Mart, por exemplo, é a 12 ª maior corporação do mundo, sendo seu faturamento maior do que o PIB de 161 países, incluindo Israel, Polônia e Grécia. A receita da Ford é maior do que o PIB da África do Sul e a da General Motors é bem maior do que a Dinamarca. Alem disso, existe uma grande tendência de redução desse número de corporações gigantescas devido aos processos de fusão cada vez mais comuns.

Para Lebrun (2003), um dos principais fundamentos da democracia é a liberdade de manifestação do pensamento e a efetiva possibilidade de respeito á diversidade. Esse fundamento é ferido quando o poder se concentra nas mãos de poucos que controlam as novas tecnologias de comunicação – condição necessária para a globalização – para veicular um monólogo neoliberal, ou seja, implantar na mente das populações que é inevitável o modelo de sociedade no qual a interferência do governo na econômica é mínima ou inexistente. O resultado do modelo neoliberal é a destituição do poder do governo de impor regras às grandes corporações. Sem defesa, os interesses dos cidadãos são ignorados e ocorre o agravamento das injustiças sociais beneficiando sempre os mais ricos á custas dos mais pobres.

Outra forma, mais sutil, de promover os resultados almejados pelas grandes corporações é a infiltração de representantes seus nos governos democráticos. Isso acontece facilmente quando não existem mecanismos de proteção contra o abuso do poder econômico nas campanhas políticas durante as eleições. Grande parte do poder das campanhas políticas é resultado do marketing direcionado a “fazer a cabeça” do eleitor e isso custa muito dinheiro e quanto mais dinheiro, mais eficiente se torna á máquina de propaganda política. As grandes corporações patrocinam, direta ou indiretamente, certos candidatos tornando-os populares através dessa máquina de propaganda.  Dessa forma, o povo ao invés de eleger os representantes de seus interesses, na verdade elege os representantes dos interesses dos mais ricos – as grandes corporações ou latifundiários.

Uma das conseqüências mais visíveis ultimamente dessa dominação política e ideológica é a pressão por reformas trabalhistas que pretendem remover todas as formas de proteção social dos trabalhadores, dos aposentados, dos pobres, dos idosos e dos doentes em nome da ascensão e sustentabilidade de um sistema de organização social patológico (HAGE, 2006; OLIVEIRA, 2005). Isso é uma possibilidade muito plausível, uma vez que nunca, em toda a história da humanidade, o poder de influenciar as massas foi tão grande quanto é nos dias atuais.

As elites que dominam os meios de comunicação global difundem imagens, informações e opiniões, até mesmo nas manifestações artísticas, que criam uma realidade virtual que retro-alimenta o sistema de dominação de acordo com os seus interesses incutindo nas massas que seus valores são os corretos. Estamos caminhando em direção a uma ditadura, uma prisão, que não vemos e nem podemos tocar e que, portanto, exigem outros meios de luta e resistência. A conscientização por meio da educação parece ser uma forma socialmente aceitável e adequada, pois oferece a oportunidade de opção a cada cidadão em aceitar ou resistir aos interesses das elites.

A desumanização dos valores sociais imposta pelo modelo neoliberal, criou um problema estrutural no modelo de desenvolvimento econômico e tecnológico no que se refere à diminuição dos abismos sociais. Esse modelo, sem dúvida, pode trazer efeitos negativos para a vida das pessoas e para a saúde do planeta, se a sociedade não adotar mecanismos eficazes de controle (MARTINS & CARVALHO, 1999). Um desses mecanismos pode ser a educação!

Segundo Corbucci (2005), inegavelmente, a história tem mostrado que apenas os países que avançaram nos campos educacional, científico e tecnológico conseguem alcançar a consolidação de sua democracia e soberania. Em uma sociedade como a brasileira, que foi historicamente constituída através do cultivo de imensas desigualdades sociais, a educação é amplamente vista como um poder que pode conferir a redenção dessas mazelas, uma vez que a escolarização em massa levaria formação de uma sociedade mais justa e desenvolvida. Mesmo que não haja um consenso pleno sobre esse poder de modificação social da educação, deve-se reconhecer que ele tem sido subutilizado principalmente por falta de investimentos materiais e humanos.

Percebe-se que a educação formal está cada vez mais acessível nos dias atuais, no entanto a qualidade dessa educação é questionável. Entende-se por qualidade, nesse contexto, a adoção de conteúdos e métodos pedagógicos mais interacionistas, atuais, reflexivos e significativos para a realidade atual dos alunos e dos acontecimentos sociais contextualizados em uma linha de tempo que integra o passado e o presente na perspectiva de prever o futuro.

Precisamos ensinar as pessoas à não apenas olhar os acontecimentos, mas também enxergar claramente o que acontece. Para que isso possa acontecer é preciso investir na qualidade do ensino formal, pois educação formal tem grande importância em termos sociais e econômicos, por ser fundamental na formação de pessoas para todas as demais atividades que são responsáveis pelo desenvolvimento do conjunto da sociedade (GADOTTI, 1991). No entanto, parece existir uma tendência ao tecnicismo que forma pessoas com capacidades para engrenar-se no sistema sem questionar o seu funcionamento e propósito.

Considerando que o professor é um mediador do processo educativo, ele tem um importante papel para a valorização e adoção de uma concepção mais crítica e humana de qualidade de vida, não só pelo seu discurso, mas também por seus comportamentos, pois, segundo Libâneo (1991), a educação é um processo complexo de influências e inter-relações que colaboram para a formação do caráter humano, e conseqüentemente, para a concepção de valores, atitudes e comportamentos que, se orientados para o bem maior da sociedade, podem conduzi-la a um estágio de desenvolvimento sustentável cujas desigualdades sociais sejam amenas (MONTIBELLER FILHO, 2004).

Nesse contexto, o primeiro passo é dado quando os professores resolvem assumir o seu compromisso político de lutar por uma sociedade melhor para todos e isso se dá pela conscientização. A conscientização só ocorre quando a pessoa se encontra em um contexto favorável de comunicação transformadora, seja ela intrínseca ou extrínseca, e quando ela consegue perceber o que vai aprender, como vai aprender e o para quê disso. Nesse sentido, a educação formal une a teoria e a prática para a condução do ato educativo numa direção libertadora (FREIRE, 1976; GADOTTI, 1991).

A conscientização da população por um modelo critico e contextual de educação formal pode representar a superação da alienação produzida culturalmente em relação aos valores relacionados à qualidade de vida, mas enfatizo: é preciso, alem de ampliar o acesso á educação em todos os níveis, melhorar a qualidade dessa no sentido de evitar a perpetuação de valores que alimentam a manutenção e o crescimento das desigualdades históricas em nossa sociedade. Uma vez superada a alienação da população, esta poderá lutar com mais eficácia pelos seus interesses, ou seja, os interesses da maioria.

Um povo educado para ter consciência crítica de seu potencial transformador para a construção de uma sociedade que ofereça qualidade de vida sustentável – aquela que é coletivamente viável na interação harmoniosa de desenvolvimento humano, social, econômico, tecnológico e ambiental – é capaz de atuar e fazer escolhas políticas que se aproximem desse ideal.

O mais importante papel da educação de qualidade nesse contexto é o de formar cidadãos capazes de visualizar o bem estar coletivo como critério indispensável para o bem estar individual, ou seja, incutir valores e crenças que tenham maior potencial levar a sociedade a um desenvolvimento equilibrado. E que alem disso, tenham conhecimento, mesmo que seja básico, para identificar e analisar suas opções, bem como predizer as conseqüências de suas escolhas para o seu futuro e o da sociedade.

 

Bibliografia

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