|
Por
PAULO ROBERTO
DE ALMEIDA
Doutor em Ciências Sociais, diplomata, autor de vários trabalhos
sobre relações internacionais e política externa do Brasil

|
|
As
novas teses de abril:
sugestões para o próximo encontro nacional de um grande
partido
Não,
não se trata de um conjunto de tarefas revolucionárias destinadas
a enfrentar uma situação de guerra, de crise ou de transição
entre regimes políticos opostos, como propunha, em abril de 1917, a
um punhado de militantes minoritários – mas que tinham a pretensão
de ser majoritários – um líder recém chegado do exílio. Ninguém
no Brasil – salvo um pequeno bando de sonhadores neobolcheviques
– está pensando em derrubar o capitalismo, nacionalizar os
bancos, estatizar as propriedades fundiárias, dissolver o exército,
expropriar a burguesia, abolir o regime parlamentar ou fundar uma
nova Internacional.
O
que se propõe é mais simples e, aparentemente, mais complicado:
derrubar teses antiquadas sobre o capitalismo, nacionalizar as
campanhas eleitorais – excessivamente dominadas, no passado
recente, por métodos de marketing político de inspiração
americana –, estatizar a ética no espaço público, dissolver práticas
inaceitáveis de arrecadação de recursos, expropriar as excessivas
verbas de gabinete concedidas aos “representantes” do povo,
abolir a atual hipocrisia parlamentar e, mais importante, fundar um
novo sistema político-partidário que reintroduza a moralidade na
vida pública brasileira.
Para
isso, será preciso fazer uma verdadeira revolução no maior
partido brasileiro da atualidade, que aliás corre o risco de virar,
de fato, minoritário nas próximas eleições. A revolução subseqüente,
nos costumes políticos brasileiros, antes de ser proposta pelo
partido à sociedade brasileira, terá ser conduzida nos corações
e mentes dos membros e militantes desse partido. Com esta finalidade
é que foram desenvolvidas estas novas teses.
Como
já anunciado fartamente, um grande partido nacional realizará, em
abril de 2006, em São Paulo, um encontro nacional, quando filiados,
militantes e dirigentes partidários defenderão suas visões sobre
como deveria se comportar o partido, no plano da sociedade,
incluindo aí as orientaçãoes para sua atuação enquanto sustentáculo
principal do governo. Momento de grande dúvidas e angústias, pois
nunca foram tão grandes as controvérsias e dissensões sobre qual
caminho tomar a partir de agora.
O
último encontro nacional do partido tinha sido realizado em
dezembro de 2001, em clima de quase vitória nas eleições do ano
seguinte, e nele tinham sido aprovadas teses e orientações partidárias
que deveriam ter servido de base para a formulação das diretrizes
de elaboração do programa da campanha presidencial e, depois, de
governo, em caso de vitória. A vitória ocorreu, como é notório,
mas não com as, ou a partir das teses aprovadas naquele encontro
nacional de 2001.
Como
se sabe, sem qualquer encontro nacional, muito menos partidário, a
cúpula dirigente elaborou e apresentou, ao partido e à sociedade,
uma série de propostas que se distanciavam nitidamente não apenas
das teses do encontro anterior, como também das posturas
tradicionais do partido. Em lugar de ruptura, tivemos “respeito
aos contratos”; em lugar de magia econômica, “responsabilidade
fiscal”; em lugar de denúncia do FMI, acomodação com o
“programa de ajuda financeira”. Enfim, o que se assistiu foi uma
reviravolta completa, que a muitos pareceu puramente tática, mas
que depois se revelou absolutamente estratégica, pelo menos aos
olhos do grupo dirigente.
Já
escrevi muito a respeito das posições econômicas desse partido
(ainda antes da campanha de 2002), continuei examinando sua evolução
conceitual depois do anúncio de uma “carta ao povo brasileiro”
(de junho de 2002), bem como por ocasião do lançamento de outros
documentos “de ruptura”. Não pretendo, assim, voltar a tratar
em detalhe dessas sutis mudanças de orientação no discurso e na
atuação do partido. Os interessados nessas análises encontrarão
algumas referências in fine.
Para
poupar os possíveis interessados nesse encontro de longas e
cansativas discussões, como é costumeiro nesse tipo de evento,
permito-me oferecer aqui algumas sugestões de “teses” – como
se fazia nos antigos congressos partidários de tipo “leninista”
– para consideração dos participantes do próximo conclave.
Afirmo que o faço de boa fé, pensando unicamente na economia de
meios e na adequação das eventuais diretrizes a serem adotadas
nesses encontros às realidades da atuação política no plano
governamental e do atual mundo globalizado.
Serei
sintético, como convém à natureza do exercício – “teses”
sempre têm de ser “impactantes”, cabendo a outros, depois, a
eventual tentativa de apresentar “antíteses” – mas poderei
retomar cada uma destas propostas, para desenvolvimentos conceituais
e sustentação empírica, em oportunidade ulterior.
Teses
para o próximo encontro nacional de um grande partido
Companheiros,
Chegamos
ao governo e estamos no poder. Junto a nós e dos movimentos sociais
e de trabalhadores, que sempre defendemos, está também o grande
capital, um formidável adversário no passado, mas um aliado no
presente, pois ele pretende que continuemos a fazer mudanças no
Brasil, na sua economia e nas instituições políticas, sem contudo
provocar aquelas rupturas que constantemente anunciávamos no
passado.
Pensando
bem, em todos os custos e benefícios de qualquer processo de mudança
numa sociedade complexa – como são todas as sociedades –,
decidimos fazer uma aliança tática e estratégica com o capital,
para conduzir um processo de ruptura com nossas velhas teses e
aprovar algumas novas, que agora se seguem.
1.
O partido não é socialista, e sim reformista.
Independentemente
de continuarmos a nos chamar de “socialistas” (para fins de
propaganda e de identificação políticas), vamos terminar com a
hipocrisia de pretender implantar o socialismo no Brasil. O que
faremos, abertamente daqui para a frente, será administrar o velho
e duro capitalismo, com todo o apoio e a satisfação dos nossos
novos aliados na burguesa nacional e no capital financeiro
internacional.
Acreditamos
que a economia de mercado é a que melhor se presta ao atendimento
das satisfações básicas da população, e que o Estado deve ser
contido nas suas finalidades essenciais da segurança, educação,
saúde e infra-estrutura, ademais do estabelecimento de regras
gerais para o bom funcionamento da economia de mercado (competição,
estabilidade de políticas, abertura à inovação etc.). Vamos
continuar reformando as instituições regulatórias para que a
economia de mercado promova os interesses do maior número de cidadãos.
2.
O partido adota uma política econômica responsável e pró-mercado.
Vamos
parar de acreditar que o Estado será o grande promotor,
distribuidor e equalizador das chances e oportunidades no Brasil. Da
forma como ele atua, hoje, no Brasil, o Estado transformou-se no
principal obstáculo a um processo sustentado de crescimento, com
transformação estrutural e distribuição de benefícios, uma vez
que ele atua como um despoupador líquido dos recursos privados,
cristaliza benefícios em prol dos já integrados e vem
redistribuindo os recursos de todos em benefício da minoria.
Nossos
princípios econômicos, de agora em adiante, serão definidos por
quatro diretrizes: (a) uma macroeconomia estável, dotada de
responsabilidade fiscal e sério comprometimento com o combate à
inflação, o principal imposto que se abate sobre os pobres; (b)
uma microeconomia aberta, competitiva, aberta às novas iniciativas,
dotada de instituições que favorecem o empreendimento privado e
criando um bom ambiente para os negócios de modo geral; (c) um
investimento maciço na qualidade dos nossos recursos humanos, a
começar pelo ciclo básico e pelo ensino profissional, pois o único
critério que nos separa, hoje, dos países mais desenvolvidos, é o
diferencial de produtividade do trabalho humano, o que depende da
variável educacional; finalmente, (d) uma abertura ao comércio e
aos investimentos internacionais, no entendimento de que a
interdependência econômica é a que melhor se ajusta aos nossos
padrões de economia integrada aos fluxos mais dinâmicos da
globalização contemporânea.
3.
O partido quer uma reforma política que transforme o modo de ação
do Estado.
O
fazer política, no Brasil, tornou-se um modo de vida, quando não
uma atividade rendosa. Os meios parecem ter se substituído aos fins
e quase toda a máquina pública, em especial o legislativo e o
judiciário, converteram-se em redomas privilegiadas de altos salários
e de produtividade mínima. Queremos mudar profundamente tudo isso,
já que o povo está descobrindo com razão com o dinheiro dos
impostos, duramente arrecado em detrimento de seu consumo, vem sendo
desperdiçado de maneira indigna, alimentando gastos inúteis nos
gabinetes de políticos profissionais.
Por
isso, o partido vai propor uma reforma política que contemple, em
primeiro lugar, a redução do volume de gastos e uma mudança no
tipo de representação política que se está exercendo em nome do
povo. Sobretudo nos municípios menores, mas também nas assembléias
dos estados mais populosos e no próprio Congresso nacional, o
dinheiro do povo está sendo gasto indevidamente, com mordomias
incontáveis, em total descompasso com o trabalho necessário e
honesto da representação política. Sabemos disso, pois nós
mesmos nos acostumamos a esse tipo de coisa.
Os
poderes legislativos e judiciário consomem muito mais recursos do
que o justificado, sobretudo pela forma como trabalham (ou deixam de
fazê-lo). Outros questões, vinculadas à lei eleitoral ou ao
financiamento dos partidos, podem vir a fazer parte do debate político
num segundo momento, mas o partido deve agora esforçar-se por
redimensionar a representação política nos três níveis da
federação ao que se possa considerar como normal e razoável em
condições democráticas. A política não pode mais continuar
sendo um meio de ganhar a vida.
4.
O partido não quer um Estado mínimo, mas um Estado que funcione.
Durante
muito tempo acreditamos que o Estado era uma espécie de varinha mágica,
que poderia fazer acontecer tudo o que se desejasse, bastando um
simples toque de botão. Descobrimos que não é assim, e por isso
estamos, humildemente, revisando nossas posições. Pois bem, o
partido está propondo uma reforma administrativa com diminuição
radical do número de ministérios e a conseqüente atribuição de
diversas funções a agências reguladoras.
Também
nos convencemos que as PPPs (parcerias público-privadas) constituem
no máximo um paliativo e por isso estamos retomando a privatização
de alguns grandes monstrengos públicos que ainda existem e são
fontes de ineficiência e de corrupção, no setor financeiro, energético,
de transportes e outros. Também vamos propor, mesmo sob risco de
bombardeio do quartel-general pelos nossos velhos aliados sindicais,
o fim da estabilidade no serviço público, que em muitos casos se
converteu num incentivo à preguiça e ao ócio remunerado, como
visto nas greves das universidades federais.
Provavelmente
vamos propor também a concessão de autonomia completa a essas
universidades, assegurando um patamar mínimo de dotações públicas
e deixando-as, em seguida, livres para buscar o dinheiro onde
queiram e gastá-lo como desejam, inclusive remunerando seus
professores da forma como lhes parecer mais apropriada. Queremos um
Estado forte nas áreas em que ele deve necessariamente atuar, não
em todos os setores onde ele atua hoje, nos quais segue esbanjando
recursos do povo sem resultados práticos comensuráveis. Estado bom
é o Estado que tem condições de atuar de maneira efetiva, não
aquele que apenas finge ou tem a pretensão de fazê-lo, mas não
faz.
5.
Contra a derrama fiscal: o partido quer redução de impostos.
Vamos
propor uma reforma econômica ampla, com diminuição da carga
tributária e a redução das despesas correntes do Estado. O Brasil
já ultrapassou limites razoáveis de carga fiscal e isto se traduz
no “desinvestimento” estatal e na incapacidade de se ter poupança
privada para fins de investimento. Vamos impulsionar também uma série
de reformas microeconômicas, com vista a criar um ambiente favorável
ao investimento produtivo, ao lucro e para diminuir a sonegação e
a evasão tributárias.
Ao
mesmo tempo, vamos dar um aperto fiscal nesses “criadores de
despesas” irresponsáveis que são os legislativos e o judiciário.
Esses poderes possuem a incrível capacidade de determinar eles
mesmos suas próprias despesas, sem atender a qualquer critério de
disponibilidade do recursos do ponto de vista orçamentário. No
plano da federação, caberia revisar a situação dos municípios
sem capacidade arrecadadora, e que são obrigados a viver de
“mensalão” federal: essa situação não pode mais se
sustentar.
6.
Por uma nova classe trabalhadora, livre da mão pesada do Estado.
Chegamos
ao que um ilustre antecessor chamou de “aristocracia operária”,
uma classe que se reproduz a si mesma e que inclusive ocupa diversas
funções no Estado e nos sindicatos, com remunerações, comissões
e outras prebendas que não encontram correspondência no trabalho
dispendido em defesa dos interesses da classe trabalhadora,
sobretudo daqueles que ainda não estão incorporados ao mercado
formal de trabalho.
Por
isso estamos propondo uma reforma trabalhista radical, com
flexibilização da legislação laboral, dando maior espaço às
negociações diretas entre as partes. Também propomos a extinção
do imposto sindical, que alimenta sindicalistas profissionais, em
contradição com o que se esperaria de representantes temporários,
em sindicatos de fato livres.
Por
fim, vamos encerrar de vez a era Vargas, propondo a extinção da
Justiça do Trabalho, que é uma fonte de criação e de sustentação
de conflitos, substituindo seus pesados procedimentos pela via
arbitral, ou por varas especializadas na justiça comum. De forma
geral, a legislação trabalhista vai ser reformada para facilitar e
ampliar a empregabilidade daqueles que hoje estão excluídos do
mercado trabalho.
7.
O partido é, doravante, globalizado e favorável à globalização.
Sinto
muito, mas teremos de dizer aos nossos amigos do Fórum Social
Mundial que eles conduzem um combate de retaguarda, uma luta até
mesmo reacionária, do ponto de vista dos países mais pobres e dos
estratos sociais mais humildes. Defender os subsídios agrícolas e
o protecionismo nessa área não é apenas insensato; é criminoso
do ponto de vista dos povos africanos, sem condições de competir
em outros setores. Falar de “segurança alimentar” e ao mesmo
tempo pretender que os mercados agrícolas sejam apenas locais não
é apenas irracional economicamente, é também risível do ponto de
vista dos fins pretendidos, uma vez que a maior segurança se obtém,
justamente, na interdependência recíproca dos mercados globais de
alimentos, complementados, se for o caso, por programas de assistência
emergencial que não reproduzam esse engodo que são os
“dumpings” organizados pelos países ricos com seus produtos
subsidiados.
Da
mesma forma, o combate às instituições-chave da globalização
contemporânea – OMC, FMI e Banco Mundial – não só é risível
como contraproducente no plano da cooperação internacional, assim
como são patéticas essas tentativas de se introduzir taxas sobre
os movimentos de capitais, o que só resulta em encarecer o custo
dos recursos que os países em desenvolvimento necessariamente
captam nos mercados financeiros. As teses comerciais dos
anti-globalizadores representam o contrário do que devem fazer os
países em desenvolvimento que aspiram galgar novos patamares de
produtividade nos intercâmbios globais.
Por
isso, o partido não tem medo de afirmar que ele se posiciona
resolutamente em favor da globalização, que tem retirado milhões
de chineses e indianos de uma miséria ancestral, assim como o
partido não tem mais vergonha de participar dos encontros dos
capitalistas em Davos, que são uma forma de continuar discutindo
condições e formas de se ampliar a globalização, num sentido
plenamente responsável e conectado com as necessidades dos países
mais pobres.
8.
O partido se pauta, no plano externo, exclusivamente pelos
interesses nacionais.
A
política internacional é a continuidade da política nacional, por
outros meios. Assim como estamos comprometidos com o interesse
nacional no plano interno, assim deve ser feito no contexto
internacional. Por isso estamos encerrando a fase de posições de
princípio quando estávamos sobretudo interessados em reunir os
pobres e oprimidos para lugar contra a hegemonia dos poderosos. Não
vamos mais designar tal ou qual país como “aliado estratégico”,
e sim julgar quais são os nossos interesses nacionais numa análise
concreta de cada situação internacional.
Nenhuma
situação de relacionamento externo, nem mesmo a integração
regional, deve ser vista como um fim em si mesmo, mas como um meio
para se atingir objetivos nacionalmente desejáveis, que são o
progresso e a prosperidade da nação. Não se deve cultivar a busca
de prestígio internacional apenas pelos seus efeitos de imagem, mas
sim como resultado indireto de nossa cooperação desinteressada,
desde que disponhamos das condições materiais e humanas para fazê-lo.
Nossas
forças armadas, por exemplo, elas primeiro devem ser aparelhadas
internamente, antes de fazê-las cumprir missões internacionais que
podem estar acima de sua capacidade operacional. A liderança, outro
exemplo, decorre do acúmulo de certo substrato material –
financeiro e tecnológico, sobretudo – para o cumprimento de missões
externas que sejam solicitadas pelos vizinhos ou pela comunidade
internacional, não da vontade unilateral de proclamá-la.
Para
aumentar sua capacitação no plano internacional, o país precisa
estar disposto a conceder graus ainda maiores de abertura econômica
– que aumentam nossa competitividade internacional ao atuar sobre
os níveis de produtividade internos --, bem como operar novos
patamares de liberalização comercial, condição para a expansão
de todo o nosso comércio exterior, não só das exportações. Ele
também precisa demonstrar, na prática, bom acolhimento ao
investimento estrangeiro e decidir-se pela adesão a regimes
proprietários mais avançados, que estão tradicionalmente
associados a uma subida na escala tecnológica do sistema produtivo.
Voilà:
estas oito teses já bastam, por enquanto, para uma profícua
discussão no encontro de abril. Depois poderei comentar cada uma
com maior grau de detalhe. Por enquanto, desejo apenas bons
preparativos para esse importante encontro político.
Referências
a trabalhos anteriores do autor:
Vários
dos textos abaixo citados foram publicados na Espaço Acadêmico,
desde 2001, ou podem ser localizados em meu site (www.pralmeida.org),
que possui um instrumento de busca).
“O
PT e as relações econômicas internacionais do Brasil: análise do
programa econômico “Um outro Brasil é possível”, Espaço
Acadêmico (ano I, nº 6, novembro de 2001; http://www.espacoacademico.com.br/06almeida.htm
).
“Preparado
para o poder?: pense duas vezes antes de agir”, Espaço Acadêmico
(ano II, nº 17, outubro de 2002; link: http://www.espacoacademico.com.br/17pra.htm).
“Conseqüências
econômicas da derrota: identificando vencedores e vencidos”, Espaço
Acadêmico (ano II, nº 18, novembro de 2002; link: http://www.espacoacademico.com.br/18pra.htm
).
“A
Política Externa do novo Governo do Presidente Luís Inácio Lula
da Silva: retrospecto histórico e avaliação programática”, Espaço
Acadêmico (Maringá: ano II, nº 19, dezembro 2002; link: http://www.espacoacademico.com.br/019/19pra.htm).
“O
“novo Brasil” em ação: observações sobre a primeira Resolução
do PT no poder”, Revista Autor (ano III, nº 25, julho de
2003; link: http://www.revistaautor.com.br/artigos/2003/W25/PRA_25.shtml).
“A
longa marcha do PT para a social-democracia: Algumas idéias
vencedoras, outras indefinidas e questões ainda não-resolvidas”,
revista eletrônica Achegas (nº 15, janeiro de 2004; link:
http://www.achegas.net/numero/quinze/pralmeida_15.htm).
“O
primeiro acordo a gente nunca esquece: O novo Brasil e primeiro
acordo soberano com o velho FMI”,
Espaço Acadêmico (ano III, nº 32, janeiro de 2004; link: http://www.espacoacademico.com.br/032/32pt_pra.htm).
“Do
projeto de poder a um projeto de governo”,
Espaço Acadêmico (ano III, nº 33, fevereiro de
2004; link: http://www.espacoacademico.com.br/033/33pra.htm).
“Queremos
um Outro Brasil?: nós também,
mas sustentável; algumas considerações sobre propostas econômicas
ditas ‘alternativas’”, Espaço Acadêmico (ano
III, nº 35, abril de 2004; link: http://www.espacoacademico.com.br/035/35pra.htm)
“Dois
anos de ‘Carta ao Povo Brasileiro’: De volta a um documento de
ruptura”, Espaço Acadêmico (ano III, nº 38, julho 2004;
link: http://www.espacoacademico.com.br/038/38pra.htm).
“O
fim da ‘era Vargas’: uma missão para o governo do PT?”, Espaço
Acadêmico (ano IV, nº 39, agosto 2004; ISSN: 1519.6186; link: http://www.espacoacademico.com.br/039/39pra.htm).
“O
que deu errado?”, Espaço Acadêmico (ano IV, nº 42,
novembro de 2004; link: http://www.espacoacademico.com.br/042/42pra.htm).
“O
PT pode ser a salvação do Brasil”, Espaço Acadêmico
(ano V, agosto de 2005, link: http://www.espacoacademico.com.br/051/51almeida.htm).
Remeto
igualmente a meu livro A Grande Mudança: conseqüências econômicas
da transição política no Brasil (São Paulo: Editora Códex,
2003).
|
|

|