Para: Antonio Ozaí da Silva

Artigo: Poesias

Comentário: XAVIER

Data: 06.07.04

Olá, Ozaí:

 
Se me permite, gostaria de parabenizá-lo pela "coragem" e "ousadia" de abrir esse espaço cultural, em benefício do "saber".
Coisa rara, hoje em dia, apenas para uns poucos privilegiados, que fazem da emoção e da sensibilidade, a razão maior do "viver".
 
Uma viagem, cheia de surpresas encantadoras, a cada "clic"
 
Encanto maior ao encontrar na edição nº 38 o texto SAUDADE, da minha querida amiga Valéria Nogueira Eik, ao lado de Manoel Bandeira e Virgínia M. Machado.
 
Aprendi, certa vez, que para cada obra que um artista produz, existe um "comprador"...não importa quando, mas sim, a certeza de que ele virá.
 
A vida é assim, mesmo: os perseverantes são imprescindíveis...acredito na ousadia...acredito na coragem...acredito nas pessoas, que esperam...esperam, pacientemente
pela sua vez. E, enquanto a vez não chega, elas, simplesmente trabalham.
 
Parabéns a você, Ozaí, por essa iniciativa e a você, Valéria, pelas sementes que um dia, decidiu semear e que agora estão dando frutos, renascendo!
 
XAVIER - Artista Plástico e Publicitário, 54 - Maringá PR

Para: Antonio Ozaí da Silva

Artigo: Vale nota, professor?!

Comentário: Vladimir D. Micheletti

Data: 10.07.04

 

Caro Antonio Ozaí da Silva

Li seu artigo Vale nota, professor?! Parabéns e obrigado.

Permita-me contar como costumo aplicar provas da disciplina Teoria Econômica Marxista (TEM) que ministro tanto para o curso de Economia como para o curso de Ciências Sociais da UFAL. Acredito ter desenvolvido um esquema que possa interessar aos demais professores. Aplico 3 provas (1º, 2º e 4º bimestre) e um trabalho (gráficos, tabelas e questões matemáticas e descritivas, sendo que todos os dados devem ser multiplicados ou divididos pelo respectivo número de matrícula do(a) estudante, assim são obrigados, ao menos, a re-elaborar trabalhos quando copiados, mas tento “pegar” esta “re-elaboração” ou cópia) no 3º bimestre.

Sobre as provas, por falta de papel nas IFES, costumo utilizar um papel A-4 e subdivido-o em 5 colunas (landscape), sendo que cada coluna é uma prova com 10 questões (fonte 6, bem pequena). As questões são do tipo que contém 3 ou 4 respostas para ser assinaladas e/ou confirmadas com cálculo. Quando do cálculo, peço aos estudantes que utilizem uma folha do caderno. Procuro elaborar as questões de modo que somente o(a) estudante que leu o texto (O Capital) consegue responde-las. O fato da\ prova ser uma “tirinha” de papel e com questões sem número para identificação (a primeira questão de uma “tira” pode ser a quarta questão da “tira” seguinte) impede tanto a cópia ou leitura da prova do(a) colega ao lado como a localização da questão.

É evidente que tal esquema impossibilita ao professor a verificação da capacidade do(a) estudante em descrever o fato ou resposta, mas se elaborarmos as questões de modo exija do(a) estudante a leitura, acredito que, em partes, estamos forçando o(a) estudante a aprender a escrever, o trabalho do terceiro bimestre viabiliza esta verificação (além dos cálculos, o(a) estudante tem que responder questões descritivas).

Evidentemente que existe a possibilidade dos “chutes”, mas se aumentarmos o número de respostas, a probabilidade desses “chutes” serem certos caem vertiginosamente.

Tem utilizado deste esquema há cinco anos e tem dado bom resultado. Além do mais, fica muito mais fácil corrigir as provas (basta um gabarito para tanto) e tem-me sobrado tempo para elaborar as provas de modo que exija do(a) estudante a leitura e compreensão dos textos.

Forte abraço,

Vladimir D. Micheletti

Departamento de Economia

Universidade Federal de Alagoas

vlamiche@ofm.com.br

Para: Antonio Ozaí da Silva

Artigo: Vale nota, professor?!

Comentário: Wander Sena

Data: 10.07.04

Prezado professor Antonio Ozaí,

 
Parabéns pelos seus artigos.
Sobre o Vale nota, professor?! publicado na Revista Espaço Acadêmico tenho um caso recente que resolvi comentar e questionar.
 
Ontem, data de prova de exame especial, sofri um "assédio pontual"  de aluna(os).
Algumas abordagens:
    - "Professor, o Sr. leciona ética empresarial, vê se põe a mão na consciência e reavalie a minha prova.."
    - "Professor fiquei com o Sr. por um ponto! (considero comprometedor)
    - "Professor, cai na real!"
    -"Professor...."   
 
Por razões que não consigo determinar e que certamente não são mera coincidência, recebi o seu artigo: Vale nota, professor?!
 
Veja que situação: Adoto a prática de "contribuir" com dois ou três pontos a mais na avaliação das respostas, especialmente se observo que existe dificuldade de expressão, mas um senso comum mais desenvolvido.
No caso de ontem, terminada a avaliação da prova de exame especial, verifiquei que a aluna que "ficou comigo por um ponto" não conseguiu pontuação suficiente na segunda oportunidade, e o que é pior; tirou nota menor do que na prova anterior.
 
E agora professor???
 
Wander Sena

Para: Antonio Ozaí da Silva

Artigo: O Homem que sabia Javanês

Comentário: Maria José

Data: 10.07.04

ozaí,

Parabenizo a iniciativa de publicar textos como o conto de Lima Barreto. Fantástica essa idéia. Sou pesquisadora e professora de Sociologia Brasileira e penso que esse diálogo com a literatura é essencial. Adorei. Esperamos por outros contos. Um abraço
Maria José/Uel

Para: Antonio Ozaí da Silva

Artigo: Vale nota, professor?!

Comentário: Gisele Dias Cardoso

Data: 12.07.04

Caro prof. pelo seu artigo estás indignados com os alunos! Tenha calma, não se stress, minha tia Zéca tem uma amiga que ficou louca só porque um aluno a contrariou e ela gritou tanto que atrofiou os nervos hoje está aposentada e não pode ver crianças gritando perto que sai correndo, já minha mãe diz "o que eu tinha que aprender já aprendi, o que tinha de ensinar, já ensinei, se não querem aprender, o problema será de vocês, pois amanhã lhe surgiram dúvidas e não terão eu p/ saná-las", já minha colega Mirian que é espírita diz sempre que teremos a nossa frente uma pessoa melhor e atrás uma pessoa pior que você portanto devemos superar sempre e avaliar o quanto somos melhor que aquelas que são piores, faz parte do equilíbrio emocional. Portanto te mando todas as energias positivas, muita luz, e tudo de bom. Gisele.

Para: Antonio Ozaí da Silva

Artigo: Vale nota, professor?!

Comentário: Nascimento

Data: 12.07.04

Professor

Seu artigo — Vale Nota, Professor?  — caiu como uma luva  no meu caso.  Tenho os cursos de Mestrado em Lingüística Aplicada à Leitura e Produção Textual (UFF). Com o advento da LDB e dos PCN’s, adotei outro modo de avaliar  e  ensino Língua Portuguesa  sem a gramática tradicional.  Uso a gramática textual para a reflexão sobre a Língua, e meus textos são bem diversificados: vão de anedotas e mensagens publicitárias até manchetes de jornais e excertos de obras literárias.  Isso despertou irritação nos colegas de disciplina, que se recusam a mudar ou a discutir mudanças.

Obrigado pelo seu artigo.

Abraço.

Nascimento
jonascim@uol.com.br
Home Page do Educador
www.geocities.com/jonascimento/

Para: Antonio Ozaí da Silva

Artigo: Vale nota, professor?!

Comentário: Wellisley Oliveira Dias

Data: 13.07.04

 

Boa Tarde Professor!

Uma boa analogia, mais devemos ter a percepção de que o objetivo central de qualquer empresa é obter lucros, não grandes lucros, mais lucros; e as vezes as demissões são necessárias, é o ultimo "cartucho". No meu caso se eu pudesse, despediria o meu maior "sócio" o Governo, mais se eu demiti-lo ele fecha a Empresa.

Precisa ficar claro que todas as demissões efetuadas pela VOLKS e SCANIA foram feitas em consenso com os sindicatos, depois de ficar acertado as gratificações ENORMES que foram pagas.

Exemplo: Um salário de um colega meu que era de 3.500,00 e que trabalhou um ano recebeu de presente 10 vezes essa remuneração.

Eu nunca trabalhei em uma Empresa que recebesse tanto dinheiro para ficar desempregado, e o Sr. Já?

Lembra do Banco do Brasil?, o Sr. tem os números dos prêmios que os funcionários receberam para pedirem demissões? tenho amigos que receberam boladas e que nunca mais vão precisar trabalhar de empregados;  muitos hoje são empregadores.

Todos os comentários são válidos mais nunca deverão ser feitos unilateralmente.

Lembre-se, as cargas tributárias impostas pelos nossos governantes são altíssimas, inviabilizando investimentos na produção e conseqüentemente contrações.

 

Atenciosamente,

 
Wellisley Oliveira Dias
Uberlândia-MG

Para: Antonio Ozaí da Silva

Artigo: Vale nota, professor?!

Comentário: José Elias, de Ribeirão Preto, SP

Data: 13.07.04

 

Sem me referir a números, digo que vale uma boa nota o "Vale nota, professor?". Concordo com ele de cima a baixo.

Não li (ainda) outros artigos seus, mas gostaria de acrescentar uns dados e aumentar potencialmente o valor deste método de ensino, que valoriza a formação como cidadão e como ser crítico e é o estopim para a verdadeira mudança do Brasil.

Nosso país só diminuirá o abismo da distribuição de renda quando, em se formando cidadãos, estes dêem importância ao que verdadeiramente é passível de vexame e vergonha, a começar das pequenas coisas (como não jogar papel na rua, não fumar onde é proibido e limpar o cocô do cachorro na calçada) e caminhando para as grandes (como protestar em massa, veemente mas pacificamente, contra os abusos da corrupção na política). Em suma, uma mudança radical (seriam 180 graus?) de hábitos num país que tem o vício de se recusar, mesmo nas classes mais pobres (não necessariamente por opção, mas por desconhecimento da opção), a sair da "zona de conforto" em termos morais e educacionais.
Se um dia tornar-me professor (por ora, sou apenas palestrante eventual), espero ter o espaço para colocar este meu (nosso!) método em prática - o que já venho fazendo nas minhas palestras, pois a burocracia existente no ensino convencional (ainda bem) mantém-se distante delas.
Um abraço.
José Elias, de Ribeirão Preto, SP.

Para: Eva Paulino Bueno

Comentário: Saori Fukunaga

Data: 26.07.04

Oi, tudo bem? aqui quem fala é a Saori (me mudei pro Japão faz 1 mês e pouquinho...), e li  o que escreveu sobre aqui... percebi a alienação no trabalho para com os operários, a qual me deixa desapontada, pois sabia que o japão é um dos centros capitalistas, que não se faz nada sem dinheiro, mas não sabia que o trabalho era tão pesado para alguns daqueles brasileiros que vem de sua terra para somente ganhar capital e poder sustentar a família, que é o caso de meus pais.

Bom, só sei que seu texto esta me fazendo refletir sobre o que é o Japão, já que estou me sentindo um pouco deslocada, com a pouca estadia no pais... espero poder trocar mais informações com vc, sem mesmo saber quem você é..!espero poder tirar minhas duvidas com sua pessoa..!

beijos

Para: Antonio Ozaí da Silva

Artigo: Reflexões sobre a intolerância

Comentário: Maria de Fátima Barreto Michels

Data: 29.07.04

Educador Antonio Ozaí,

 
Gostei muito de ler as sua Reflexões sobre a Intolerância. Aprendi muito!
Parabéns!
Profa. Fátima/ Laguna/SC

Para: Antônio Inácio Andrioli

Artigo: O mito da competitividade

Comentário: Vilânia Ferreira

Data: 02.08.04

Caro escritor,
 
Gostaria de parabenizá-lo pelo excelente texto. Nunca encarei essa questão dessa maneira.
As coisas vão acontecendo de uma maneira tão rápida que dificilmente paramos para analisar a situação.
Pessoas como o senhor nos trazem o conhecimento necessário para ampliar nossa perspectiva de mundo.
O Sr escreveu mais sobre essa questão?Há mais autores (alemães também) que falam sobre o tema?
Ah sim claro. Me refiro ao texto " O mito da competitividade".
Muito bom, 
Sou estudante de direito ( 6º período- UFF) falo alemão e gostaria muito de me aprofundar no tema.
 
Ah sim claro. Me refiro ao texto " O mito da competitividade".
Muito bom, está disponível no site www.espacoacademico.com.br
 
Mais uma vez parabéns!
Vilânia

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