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FILOSOFIA
E ENSINO: Um Diálogo Transdisciplinar
Celso
Candido
& Vanderlei Carbonara (orgs.)
ISBN
85-7429-407-1, 15 x 21 cm
Ijuí:
Ed. Unijuí, 2004, 584 p.
Pedidos:
editorapedidos@unijui.tche.br
Este livro nasce das discussões sobre o ensino de filosofia
e avança para as implicações desse ensino com o conjunto da educação
formal, seja no nível básico, seja no nível superior. A preocupação
em qualificar e ampliar a presença da filosofia nas instâncias
educacionais é que leva o grupo de autores deste livro a perceber a
insuficiência da filosofia quando isolada dos debates e a contribuição
fundamental que a filosofia tem a dar na educação quando está
devidamente inserida no conjunto dos processos pedagógicos.
O livro reúne artigos numa dupla intenção. Em primeiro
lugar, estabelecer um debate filosófico sobre a educação,
especialmente no que diz respeito às implicações
transdisciplinares e interdisciplinares. Em segundo lugar, a própria
filosofia e o seu ensino, bem como as interfaces aí envolvidas, são
alvos de discussão acirrada em torno de sua atualidade e suas
responsabilidades. A obra resulta dos estudos do IV Simpósio
Sul-Brasileiro sobre o Ensino de Filosofia, realizado em maio de
2004 na Unisinos, cujas pesquisas e discussões estão articuladas
com a luta pelo retorno do ensino de filosofia à educação básica
brasileira.
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O
DIREITO DA GUERRA E DA PAZ
Hugo
Grotius
ISBN
85-7429-345-8, 15 x 21cm
Ijuí:
Ed. Unijuí, 2004, 1480 p. 2 v.
Pedidos:
editorapedidos@unijui.tche.br
No Brasil, o estudo do Direito Internacional sempre sofreu um
déficit no seu componente histórico-filosófico, seja pela carência
de obras dedicadas à área sob este prisma, seja pelas poucas traduções
existentes dos grandes clássicos. Esta primeira tradução
brasileira da grande obra de Hugo Grotius, autor que viveu no século
dezessete e foi longamente considerado o pai do direito público
internacional, apresenta-se, assim, com um duplo objetivo. Em
primeiro lugar, busca o resgate de um importante momento histórico
na evolução das teorias que compõem o moderno Direito
Internacional. Em segundo, procura dar subsídios para o
desenvolvimento de uma leitura atualizada deste mesmo momento histórico,
colocando-o em confronto com os fatos e as teorias que atualmente
regem o Direito Internacional.
No período em que Grotius escreveu as suas obras, os vestígios
do poder supranacional, que tanto marcaram a Europa na época
medieval, tinham desaparecido quase por completo. O Velho Continente
encontrava-se no processo de conclusão de um longo período de
guerras que lentamente o foi transformando num grande mosaico de
pequenos Estados, que posteriormente constituiriam os grandes
Estados nacionais europeus. A obra de Grotius nasce, então, num
contexto em que as potências emergentes da época estavam sempre
prontas a se utilizarem dos motivos mais fúteis para desencadear as
piores carnificinas.
Publicado inicialmente em 1625, O direito da guerra e da paz tornou-se um clássico, com quarenta
edições em cem anos. Como um tratado sobre a guerra que defende a
paz, versa sobre o direito das gentes. Elabora uma teoria da
sociedade internacional baseada nos Estados-nação que emergiam.
Condena o princípio da guerra e edifica os tratados internacionais.
Limita a guerra às partes diretamente envolvidas, desenvolvendo a
noção de neutralidade; e busca os meios de restituição da paz.
Num momento em que a guerra volta a ser feita sob os pretextos mais
escusos, recusados pela própria ONU, o livro de Grotius, ao
discutir regras racionais no tempo da formação dos Estados-nação,
reencontra a sua atualidade crítica frente ao belicismo
imperialista do tempo da sociedade globalizada.
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