Por GIOVANNI ALVES

Doutor em Ciências Sociais pela UNICAMP, professor de sociologia da UNESP- Campus de Marília, líder do Grupo de Pesquisa “Estudos da Globalização”, autor de “Trabalho e Mundialização do Capital” (Editora Práxis, 1999), “O Novo e Precário Mundo do Trabalho” (Editora Boitempo, 2000), “Dimensões da Globalização” (Editora Práxis, 2001) e “Limites do Sindicalismo” (Editora Práxis, 2003).


 

Roberto Leme BATSTA e Renan ARAÚJO. (Org.) Desafios do Trabalho - Capital e Luta de Classes no Século XXI. Londrina: Praxis; Maringá: Massoni, 2003, 308p.Roberto Leme BATISTA e Renan ARAÚJO. (Org.) Desafios do Trabalho - Capital e Luta de Classes no Século XXI. Londrina: Praxis; Maringá: Massoni, 2003, 308p.


Apresentação

Desafios do Trabalho no Século XXI - Uma Agenda de Investigação Crítica

 

O complexo de reestruturação produtiva que atinge o mundo do trabalho, a partir da crise estrutural do capital, nos últimos trinta anos, atinge, nos primórdios do século XXI, uma etapa desenvolvida. Seus impactos concretos no processo de trabalho e na organização do trabalho são múltiplos, atingindo, de forma diferenciada, países capitalistas, regiões, setores e empresas. É o que comprova a série de investigações sociológicos da última década, que procuraram apreender, em suas manifestações empíricas, os contornos da reestruturação produtiva.

No caso do Brasil, no decorrer da década de 1990 são inúmeras as pesquisas sociais que trataram da objetividade e subjetividade do novo (e precário) mundo do trabalho, seja na indústria, na agroindústria ou nos serviços. Em todas elas tornou-se visível que o movimento do capital em processo, seja em sua dimensão estrutural, de reorganização dos espaços da produção de valor, seja em sua dimensão sócio-política, com a ofensiva neoliberal, coloca para a classe-que-vive-da-venda-da-força-de-trabalho imensos (e complexos) desafios, tanto no plano da consciência de classe contingente, com a busca desesperada contra o desemprego massivo, como no plano da consciência necessária, com a necessidade de buscar novas formas organizativas e políticas, não apenas de resistência, mas de emancipação social, contra a barbárie do capital.

Essa idéia de que o capital é o “sujeito automático” que instiga a classe dos trabalhadores assalariados a buscar novas respostas sociais e políticas e ir além de si mesma, como classe em si e para si, está presente nas reflexões candentes de Karl Marx e Friedrich Engels. É de Marx a expressão Hic Rhodus, Hic Salta!, tanto no “18 Brumário”, quanto em “O Capital”.

Na verdade ela significa o desafio constante, e quase perpétuo, posto pelo capital ao mundo do trabalho, como representante da Humanidade, para ir além das novas formas de exploração do valor em processo. O pior que poderia acontecer com a classe do proletariado, na perspectiva de Marx, era a acomodação passiva às condições de degradação física e moral postas pelo modo de produção capitalista. É de Lukács a observação de que “o homem é um ser que dá respostas” e diante da barbárie do capital a resposta verdadeira, na perspectiva do desenvolvimento do gênero humano, é aquela que está comprometida com os valores que significam a abolição do estranhamento e do fetichismo da mercadoria.

A elaboração de uma ética materialista, adequada aos novos tempos de escolhas cruciais de um desenvolvimento histórico ampliado, foi um dos projetos teóricos do velho Lukács. Infelizmente, o mestre húngaro não conseguiu concluir sua “Ética” e nos deixou apenas uma “Ontologia do Ser Social”, base de uma reflexão materialista sobre as escolhas a serem feitas pelos homens – e pelo mundo do trabalho que é o mundo dos homens – diante da barbárie do capital que tornou-se mundializada.

Deste modo, muitos dos desafios do trabalho, postos pelo desenvolvimento contraditório e bárbaro do capital, exige não apenas uma resposta sindical e política strictu sensu, como atestamos nos vários movimentos de resistência à degradação da classe-que-vive-da-venda-da-força-de-trabalho, mas antes de mais nada, uma resposta ética, no sentido  materialista, capaz de colocar para a classe a necessidade de instaurar, não apenas no plano do local de trabalho, mas no campo do cotidiano e da integralidade da vida social, uma nova forma de controle sócio-metabólico, como observa Meszáros, capaz de romper com o metabolismo social do capital e não apenas com suas personificações capitalistas.

Com certeza, os desafios do trabalho são muitos e concebe-los apenas como um certo marxismo político concebeu, no plano da política e do sindicalismo, é não apreender a natureza ontológica das escolhas que estão sendo colocadas para o mundo dos homens nessa condição particular de crise estrutural do capital. O que queremos salientar não é que abandonemos a perspectiva clássica da luta política e sindical, tão necessária como nunca, mas que ampliemos a reflexão sociológica sobre o mundo do trabalho para o campo da reprodução social, onde iremos vislumbrar os fenômenos do estranhamento e as novas formas persistentes de fetichismo (o que nos coloca para além do local de trabalho e nos situa na dimensão do cotidiano clivado de contradições insuportáveis, na busca de uma nova hegemonia ético-política essencial).

São tais questões ontológicas que dão substrato material a centralidade do problema da subjetividade do novo (e precário) mundo do trabalho. É no plano da subjetividade, como campo crucial das disposições éticas mais plenas, que o capital busca instaurar novos desafios para o mundo do trabalho. É a captura da subjetividade que assume, mais do que nunca, um papel crucial nas formas de reprodução estranhadas e fetichizada do sistema sócio-metabólico do capital.

Não queremos dizer que o modo de produção capitalista não tenha instaurado, desde seus primórdios, formas de implicação subjetiva (e objetiva) capazes de se apropriar das disposições físicas e espirituais da mercadoria-força de trabalho e de garantir sua reprodução social. O que queremos salientar é que diante do desenvolvimento ampliado e complexo da “civilização do capital”, com o recuo das barreiras naturais e da constituição de individualidades complexas, a implicação subjetiva assume dimensões qualitativamente novas. A própria reprodução sistêmica do capital, cada vez mais contraditórias, tende a exigir, para sua evolução, novas formas de socialidade estranhadas e fetichizadas mais complexas.

A subjetividade, que incorpora a personalidade integral do individuo complexo, torna-se, mais do que nunca, o campo de batalha do século XXI. É claro que é um processo de desenvolvimento histórico que assume, nos últimos trinta anos, diante da crise estrutural do capital dimensões mais amplas, e portanto, qualitativamente novas (o que se coloca como uma nova agenda de investigação sociológica).

Mais do que nunca o novo (e precário) mundo do trabalho é o mundo (estranhado e fetichizado) do homens e os desafios do trabalho contém, em si e para si, os desafios de uma vida plena de sentido dentro e fora do local de trabalho. Enfim, uma vida plena de sentido na luta de existência, algo que, diante da barbárie do capital, torna-se cada vez mais difícil.

Nessa fase de desenvolvimento do capitalismo mundial, é possível apresentar duas teses nada conclusivas que buscam tão-somente provocar uma reflexão sobre os desafios do trabalho numa determinada etapa histórica, a da crise estrutural do capital, na qual estamos imersos há cerca de trinta anos. É o que apresentaremos aqui, ainda de modo bastante preliminar.

Tese 1

Apesar da precarização do mundo do trabalho ser um traço estrutural da classe-que-vive-da-venda-da-força-de-trabalho, ou seja, é algo intrínseco ao ser-precisamente-assim do mundo do trabalho, sob a crise estrutural do capital, a categoria de precarização tende a assumir dimensões qualitativamente nova que merecem serem investigadas em suas múltiplas manifestações societais.

Inclusive, pode-se dizer que ela tende a assumir um sentido estrutural mais pleno, em decorrência, por um lado, daquilo que Meszáros salientou como sendo o esgotamento das margens de manobra das concessões reformistas no interior do sistema do capital (o que significa a diluição das garantias político-institucionais de Welfare State amplo e universal).

Por outro lado, a crise dos instrumentos defensivos clássicos, partido e sindicato, e a própria crise do Estado-nação como base do contrato social entre capital e trabalho, são apenas dimensões contingentes da nova forma de reprodução sistêmica do capital caracterizada pela precarização irremediável do mundo do trabalho e do mundo dos homens, tanto em sua dimensão objetiva, quanto subjetiva. A ampliação da superpopulação relativa, com a extensão de seu contingente estagnado, permanente e fluido, tende ainda mais a fragilizar a luta social e política no sentido clássico, colocando desafios imensos para os institutos defensivos clássicos do trabalho organizado.

Na verdade, é observando o que Marx denominou de superpopulação relativa, no Capítulo 23 de “O Capital”, que podemos apreender a natureza da nova precarização da força de trabalho, que, mais uma vez ressaltemos, assume uma dimensão objetiva – a perda de direitos e cada vez mais a mercê do acaso e da contingência – e uma dimensão subjetiva (aquilo que Richard Sennet identificou como sendo a corrosão do caráter não deixa de ser um aspecto da precarização da subjetividade, com implicações ético-psicológicas, que atinge a personalidade viva da força de trabalho).

Tese 2

O modo de produção e reprodução do capital é um complexo societário perpetuo que articula (1) expropriação, como lastro histórico-genético da sociabilidade estranhada e fetichizada, (2) apropriação objetiva e subjetiva das forças sociais do trabalho e (3) acumulação de valor como finalidade sem fim do processo de trabalho como processo de valorizacão. O que é importante salientar, nesse complexo histórico onto-societário, é que a expropriação contínua do mundo do trabalho, que é um traço ineliminável do ser-precisamente-assim do capital como sistema sócio-metabólico, tende a assumir formas qualitativamente novas. O que significa que ela incorpora uma forma tecnológica mais desenvolvida.

Com a grande indústria, e mais ainda, com aquilo que podemos caracterizar como o espectro da pós-grande indústria, a natureza do processo técnico assume novas dimensões societais. Ou seja: a técnica se interver cada vez mais em tecnologia e o processo tecnológico tende a ser a forma material do capital se apropriar das forças da natureza.

Aliás, o processo técnico diz respeito a própria natureza do homem como ser humano-genérico (a técnica como objetivação/exteriorização). Mas na medida em que se apropria do processo técnico ampliado, o capital tende a obstaculizar o desenvolvimento da técnica. O que é mais perceptível, por exemplo, nos casos constantes de pleitos pelo direito de propriedade intelectuais, principalmente em áreas da objetivação humano-genérica recalcitrantes à lógica da escassez que funda a economia política do capital.

Na verdade, a expropriação da genericidade humano-genérica tende a assumir uma forma tecnológica. A contradição entre tecnologia como forma social e técnica como forma material, no interior do processo de expropriação/apropriação e acumulação do capital, repõe num sentido ampliado o problema do controle social da produção. Ou mais ainda, da necessidade de uma expropriação dos expropriadores.

Só que o comunismo irá exigir expropriadores à altura, no campo ético-cognitivo, das novas disposições técnicas do objeto societal. O que significa que o mundo do trabalho, se quiser estar à altura dos desafios de ir além do capital, deve incorporar, e dar uma nova forma social, ao cabedal de conhecimentos e técnicas postas pelo capital como processo tecnológico, complexo de conhecimentos e técnicas que podem ser superadas/conservadas como elementos de objetivação da genericidade humano-genérica.

Deste modo, o comunismo irá exigir homens conscientes e capazes de habilidades ético-cognitivas – escolhas racionais e disposições técnico-racionais, capazes de utilizar objetos complexos. Deste modo, o problema da educação assume uma centralidade. Só que totalmente às avessas daquela que é colocado pela lógica do capital.

 

O livro que ora apresentamos é uma tentativa de mapear alguns desafios do trabalho. São pesquisadores que apontam resultados de investigações sobre diversos temas.  Da análise de conjuntura do capitalismo mundial e no Brasil, indispensável para a apreensão concreta dos fenômenos do mundo do trabalho, até os estudos particulares de novas formas de exploração da força de trabalho em várias categorias de trabalhadores assalariados e de contingentes imensos da superpopulação relativa, o livro se propõe a fazer uma ampla apresentação dos desafios do trabalho. Os temas tratados são amplos e diversos – cotidiano, educação, qualificação profissional, sindicalismo, estratégias organizacionais, precarização do estatuto salarial, exploração intensiva e extensiva da força de trabalho, etc.

A maior parte dos autores são pesquisadores do Grupo de Pesquisa “Estudos da Globalização”. Eles compõem a linha de pesquisa “Economia Política da Globalização” e “Trabalho e Sindicalismo” (http://globalization.cjb.net). É resultado de uma rede de investigadores do mundo do trabalho que se reúnem cada ano em Marília (SP), nos Seminários do Trabalho.

A proposta do livro é, acima de tudo, oferecer uma abordagem crítica e interdisciplinar do mundo do trabalho, procurando resgatar suas contradições objetivas e seus desafios concretos nessa atual fase de desenvolvimento do capital. Evitamos cair no empirismo sociológico que atinge a maior parte da produção da Sociologia do Trabalho. Na verdade, é uma tentativa de reconciliar ciência com crítica social, sempre na perspectiva da crítica do capital.

Autores:

Antonio Thomaz Júnior - Professor de Geografia da FCT/UNESP/Presidente Prudente; membro dos Programas de Pós-Graduação em Geografia da FCT/UNESP e do CEUD/ UFMS/Dourados; coordenador do Grupo de Pesquisa “Centro de Estudos de Geografia do Trabalho” (CEGeT) < www.prudente.unesp.br/ceget >; coordenador do Centro de Memória, Documentação e Hemeroteca Sindical  “Florestan Fernandes” (CEMOSi); pesquisador 2B/CNPq/PQ; autor do livro “Por Trás dos Canaviais os Nós da Cana”, São Paulo: Annablume/Fapesp, 2002.  Endereço: Departamento de Geografia. FCT/UNESP/Presidente Prudente. Cx. P.: 467 - CEP 19060-900. Fone: (0XX18) 229-5375 - FAX: (0XX18) 221-8212. E-mail: thomazjr@stetnet.com.br

Ariovaldo Santos - Doutor em Sociologia e Ciências Sociais - Université Paris I - Sorbonne. Professor Associado da Universidade Estadual de Londrina.  Membro do Grupo de Pesquisa “Estudos da Globalização”, inscrito no Diretório do Grupo de Pesquisas do CNPq. E-mail: ariovald@uel.br

Carmem Lúcia Sussel Mariano é mestre em Psicologia pela UNESP/Assis e docente do Departamento de Psicologia Evolutiva, Social e Escolar da UNESP/Assis e do curso de Psicologia da UNIP/Assis. E-mail: sussel@life.com.br

Francisco Luiz Corsi - Economista, Doutor em Ciências Sociais pelo IFCH-UNICAMP e professor de economia da Faculdade de Filosofia e Ciências-UNESP. Membro do Grupo de Pesquisa “Estudos da Globalização”, inscrito no Diretório do Grupo de Pesquisas do CNPq. E-mail: flcorsi@uol.com.br

Geruza de Fátima Tomé – Administradora, Mestre em Ciências Sociais pela UNESP-Marília,  professora do  Centro de Ensino Superior de Dracena – CESD. Membro do Grupo de Pesquisa “Estudos da Globalização”, inscrito no Diretório do Grupo de Pesquisas do CNPq. E-mail: geruza@life.com.br

Givaldo Alves da Silva – Sociólogo, Mestre em Ciências Sociais pela UNESP-Marília e Prof. da UNOPAR. Membro do Grupo de Pesquisa “Estudos da Globalização”, inscrito no Diretório do Grupo de Pesquisas do CNPq. E-mail: givaldo2000@hotmail.com

Hélvio Alexandre Mariano - é mestre em História Social pela PUC-SP, doutorando em História pela UNESP/Assis e docente do Departamento de História da UNICENTRO-PR E-mail: sussel@life.com.br

Jorge Luis Cammarano González. - Sociólogo, Doutor em Educação pela Unicamp, pós-doutor pela PUC-SP. Atualmente é professor da Universidade de Sorocaba, tendo atuado na Unesp e na Universidade Estadual de Maringá durante dez anos. Co-autor do livro Formação e Trabalho: uma abordagem ontológica da sociabilidade, publicado pela editora Xamã. E-mail: jorge.gonzalez@uniso.br

José dos Santos Souza – Licenciado em Pedagogia, mestre em Educação pela UFF-RJ, doutorando em Ciências Sociais pela Unicamp, professor da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia –UESB, onde coordena o Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre o Trabalho (NETPS). Autor do livro “Trabalho, Educação e Sindicalismo no Brasil: anos 90” e co-autor do livro “Educação e Política no Limiar do Século XXI”, ambos editados pela Autores Associados. E-mail: jsantos@uesb.br

Marcelo Júlio de Oliveira – Sociólogo, Mestre em Ciências Sociais e Prof. da Faculdade de Direito da Alta Paulista – FADAP – Tupã-SP. E-mail: mojulio2002@bol.com.br

Renan Araújo - Graduado em História pela Unesp-Assis. Mestre em Ciências Sociais Unesp-Marília. Prof. Sociologia Universidade Maringá-Uningá e da UNESPAR/FAFIPA-Paranavaí. Membro do Grupo de Pesquisa “Estudos da Globalização”, inscrito no Diretório do Grupo de Pesquisas do CNPq. E-mail: renan-araujo@uol.com.br

Roberto Leme Batista – Graduado em História pela UEM, Mestre em Ciências Sociais pela UNESP-Marília, professor de História Contemporânea na UNESPAR-Paranavaí-PR. Educador de jovens e adultos na rede pública do Paraná. Membro do Grupo de Pesquisa “Estudos da Globalização”, inscrito no Diretório do Grupo de Pesquisas do CNPq. E-mail: rlbatista@zipmail.com.br

     

Sumário

Apresentação

“Desafios do Trabalho”, de Giovanni Alves

Parte I – Trabalho e Reestruturação Capitalista

Capítulo 1

“A Economia Brasileira na Década de 1990: Estagnação e Vulnerabilidade Externa”, de Francisco Luiz Corsi

Capítulo 2

“Trabalho e Cotidiano”, de Jorge Cammarano González

Parte II – Trabalho, Reestruturação Produtiva e Qualificação Profissional

Capítulo 3

“O Metabolismo do Capital no Campo no Estado de São Paulo: Fragmentação e Alienação do Trabalho”, de Antonio Thomaz Jr.

Capítulo 4

“Crise do Capital, Reestruturação Produtiva e Qualificação Profissional”, de Marcelo Júlio

Capítulo 5

“Reestruturação Produtiva, Ideologia e Qualificação: Crítica da Noção de Competência e Empregabilidade”, de Roberto Leme Batista

Capítulo 6

“A ‘Nova’ Cultura do Trabalho e seus Mecanismos de Obtenção do Consentimento Operário: Os Fundamentos da Nova Pedagogia do Capital”, de José dos Santos Souza

Parte III -  Trabalho e Sindicalismo

Capítulo 7

“Redução de Jornada de Trabalho e Sindicalismo: Nos Limites do Propositivo”, de Ariovaldo Santos

Capítulo 8

“O ABC da Concertação Social e Sindical”, de Renan Araújo

Capítulo 9

“A trajetória sindical dos telefônicos na década de 90”, de Givaldo Alves da Silva

Parte IV – Mundos do Trabalho

Capítulo 10

“Trabalhadores Informais: O Caso dos Camelôs da Cidade de Marília-SP”, de Geruza Tomé

Capítulo 11

“Exploração do Trabalho Infantil: Uma História que Parece Não Ter Fim”, de Hélvio Alexandre Mariano e Carmem Lúcia Mariano


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